• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 183 30.11Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 183 30.11Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias10/07/2021

Abimaq/Velloso: Economia criará grupo com indústria para avaliar reforma do IR

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo10/07/21 - 11h30min

Representantes da indústria vão apresentar sugestões para alterar a proposta de reforma do Imposto de Renda apresentada pelo governo ao Congresso. O ministro da Economia, Paulo Guedes, procurou hoje, 9, lideranças do grupo Coalizão da Indústria para debater o texto. De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, José Velloso, o ministro concordou com as cobranças dos industriais, que pediram um projeto mais enxuto e focado nas mudanças conceituais do modelo tributário.

"Foi a melhor reunião que já tivemos com o ministro", disse Velloso ao Broadcast. "O ministro nos procurou e pediu o diálogo. Guedes tem procurado os empresários, e essa é a postura certa, buscar consenso. Não fomos reclamar."

O grupo será composto por membros da Coalizão Indústria, que reúne 15 entidades do setor, incluindo a Abimaq, e integrantes da Receita Federal, inclusive o secretário José Tostes. Isaias Coelho, que assessora Guedes nos assuntos relacionados à reforma tributária, será o coordenador do GT, segundo Velloso.

"No conceito geral, as propostas são corretas. Estamos de acordo com a Economia. Concordamos da necessidade de reformar o imposto de renda para pessoa física, criar um mecanismo para tributar dividendos e diminuir as alíquotas a quem tem menos renda. Mas é preciso acertar na calibragem", afirmou o presidente da Abimaq.

Essa calibragem, segundo ele, passa por um modelo em que a tributação sobre a indústria - hoje em 34%, considerando IR e CSLL - não seja elevada, mesmo com a inclusão do imposto sobre dividendos. Para Velloso, a taxa sobre dividendos precisa ser mantida em 20%, de forma que a solução seria reduzir ainda mais a alíquota de IR - que na proposta do governo, cairia de 25% para 20%.

"No Brasil, as empresas são pobres e descapitalizadas, mas os acionistas são ricos. Toda vez que precisa ampliar ou comprar um ativo novo se recorre ao mercado financeiro, uma alternativa cara. É por isso que temos carência de investimentos", afirmou.

Para Velloso, o conceito da reforma está correto, mas é preciso focar no que é consensual e abrir mão de questões acessórias - como a tributação sobre empresas em paraísos fiscais e estratégias para reduzir a elisão fiscal. "Isso não estava no script. A Receita pegou vários 'sonhos do passado' e enfiou no projeto de lei, coisas que o ministro nem pensava ou dialogava sobre", afirmou.

Esses temas, na avaliação de Velloso, devem ser tratados em outros projetos ou mesmo por resoluções e portarias infralegais, que não precisam do aval dos parlamentares, sob o risco de atrapalhar a tramitação do texto no Congresso. "O acessório chamou mais atenção e desviou a atenção do foco da proposta."

Guedes, segundo Velloso, pediu pressa. A ideia é que a comissão construa uma proposta em até três semanas - que será então apresentada ao relator na Câmara, Celso Sabino (PSDB-PA). O desafio, admite, é chegar a um cálculo que mantenha a carga equilibrada, já que IR e CSLL incidem sobre o lucro, enquanto dividendos terão outra base. Além disso, o grupo tratará apenas da parte da indústria, mas há discussões semelhantes e com o mesmo objetivo envolvendo setores como o comércio, serviços e agronegócio.

"Guedes falou 30 vezes que não vai aumentar a carga", afirmou Velloso. A indústria, segundo ele, defendeu uma proposta que estimule o empresário a deixar dinheiro na empresa e que proporcione uma carga tributária que torne o Brasil competitivo na atração de investimentos comparativamente a outros países.

Em relação às pessoas físicas, o executivo disse acreditar que o texto precisa de ajustes, para que seja mais favorável aos mais pobres. Na avaliação dele, é preciso ampliar a faixa de isenção para além dos R$ 2,5 mil mensais propostos - hoje, ela está em R$ 1,9 mil por mês.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais