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ACSP: Confiança do consumidor paulista sobe; percepção do presente ainda é ruim

O consumidor paulista está um pouco mais confiante. O Índice Nacional de Confiança (INC-SP), da Associação Comercial de São Paulo, mostrou 65 pontos em junho, três a mais do que o registrado em maio. Das pessoas ouvidas, porém, 48% disseram não estar seguras para comprar um carro ou uma casa, enquanto 46% não pensam em comprar fogão ou geladeira. O porcentual é pior ainda do que em maio (47% e 42% respectivamente).

Os entrevistados veem como críticas as situações financeira e de emprego no Estado. Do total, 58% dizem estar insatisfeitos ou muito insatisfeitos com a vida que levam. Além disso, ainda há 69% dos entrevistados que ficaram desempregados ou conhecem alguém que tenha ficado fora do mercado de trabalho nos últimos seis meses.

“Os aumentos da vacinação e da mobilidade urbana seguidos da menor quantidade de medidas restritivas adotadas pelo Poder Público fizeram crescer a confiança no futuro, mas não mudaram a percepção da realidade”, analisa Marcel Solimeo, economista-chefe da ACSP.

A pesquisa INC-SP, que vai de 0 a 200 pontos, mede a visão e a segurança da população em relação ao País, à sua situação financeira e prevê o comportamento destas pessoas na hora da compra. Os dados foram coletados com 887 entrevistados pertencentes a todas as classes sociais na região metropolitana de São Paulo, no interior e no litoral.

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