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AgTechs: desenvolvimentos ágeis promovem e sustentam o agronegócio 4.0

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Ricardo Recchi é country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial (Crédito: Divulgação)

O agronegócio é um dos principais motores da economia brasileira. Tal afirmação já foi amplamente dita por líderes nos últimos anos, mas nunca foi tão verdadeira quanto agora, pois o setor está representando cerca de 21% do PIB do País, tendo crescido aproximadamente 9% em meio a uma pandemia global, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Além desta representatividade econômica, o agro é um dos setores mais avançados em relação à transformação digital.

Como mola propulsora neste mercado, estão as AgTechs – startups com soluções para o agronegócio que se tornaram grandes protagonistas em 2020 e estão revolucionando o cenário agrícola com soluções que resolvem os problemas, diminuem os custos e aumentam a produtividade. Segundo a StartupBase, em 2019, havia mais de 1,2 mil startups relacionadas ao segmento no Brasil, número que se elevou neste ano e, cada vez mais, estão recebendo subsídios milionários. Mas, com grandes aportes, vem grandes responsabilidades.

Se em 2020 as demandas por tecnologia tiveram como foco a otimização e redução de custos a partir de soluções de análise de precisão, sensores de monitoramento, drones para aplicação de insumos e maquinários integrados à softwares de gestão, entre outros, em 2021 as demandas estão relacionadas às novas legislações.

Entre elas, estão a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e as iniciativas de responsabilidade, como a ESG (Environmental, social and corporate Governance). Agora, mais que nunca, o mercado externo não está se bastando apenas com preço e qualidade, são necessárias políticas de preservação.

Essas demandas, somadas à dinâmica do campo e à transformação digital, exigem das provedoras de TI para o agronegócio agilidade de construção e facilidade de integração de soluções. Com este objetivo, é estratégico, bem como facilitador, apostar em tecnologias como o low-code, que otimizam linguagens de programação, facilitando o desenvolvimento e a integração de soluções.

Este modelo de desenvolvimento promove rapidez e, consequentemente, baixo custo, uma característica que o mercado espera quando o assunto é contratar uma AgTech. Isso significa que as startups que não priorizarem agilidade neste cenário digital de 2021 terão dificuldades para se manterem competitivas. Em somatória, apostar num desenvolvimento de baixa complexidade permite o aumento na produtividade e na redução de perdas, resultando na ampliação do faturamento e na capacidade de gerar mais empregos e renda, um movimento que ajudará a empurrar ainda mais nossa economia.

 *Ricardo Recchi é country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial

 

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