• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias02/11/2021

Alta dos juros também terá impacto no crédito imobiliário

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo02/11/21 - 17h01min

A aceleração do ciclo de alta da Selic deve detonar uma nova rodada de aumento das taxas de juros dos financiamentos imobiliários em breve, segundo representantes do mercado. Portanto, a tendência é que haja uma desaceleração no ritmo dos negócios daqui para frente.

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estima que os juros dos empréstimos subam da faixa atual de 7% a 8% para 9% ao ano entre o fim de 2021 e começo de 2022. Neste semestre, bancos privados como Bradesco, Itaú e Santander já elevaram as taxas duas vezes.

"Um novo aumento vai tirar uma parte das pessoas do mercado. A prestação pode não caber mais no bolso. Mas, ainda assim, será uma taxa palatável", ponderou a presidente da Abecip, Cristiane Portella.

A Abecip projeta um crescimento de 57% no volume de empréstimos neste ano, chegando ao recorde de R$ 195 bilhões. De janeiro a setembro, os financiamentos já totalizaram R$ 155 bilhões. Para o ano que vem, a expectativa é de desaceleração, com uma alta próxima de 10%, já considerando taxas maiores. "Será um resultado positivo. Vamos ver um crescimento em cima de uma base muito parruda", ressaltou.

O diretor executivo do Bradesco, José Ramos Rocha, também acredita em elevação das taxas e em uma desaceleração do mercado de crédito imobiliário. No entanto, avalia que o setor está longe de entrar numa crise. "Olhando para 2022, estamos muito otimistas. Talvez não se mantenham os níveis de crescimento que tivemos em 2021, mas serão ainda muito positivos", disse.

Mesmo que a Selic chegue aos dois dígitos, Rocha espera que o crédito para setor não suba no mesmo ritmo. Isso porque essa modalidade de financiamento tem muito apelo entre os bancos por fidelizar os clientes por vários anos, estimulando a competição.

"Se a taxa não subir para a casa dos dois dígitos, terá um efeito psicológico importante na decisão do tomador em querer financiar o seu imóvel próprio. Mas, se tivermos uma mudança para um cenário muito mais adverso do que o atual, talvez as pessoas e as empresas recuem em suas decisões de investimento."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
casa própria