Economia

Aprosoja revê para baixo estimativa de safra da oleaginosa

Crédito: Arquivo / Agência Brasil

O resultado é 5,15% menor em relação à expectativa inicial para a atual temporada (Crédito: Arquivo / Agência Brasil)

São Paulo, 23/12 – A Aprosoja Brasil divulgou nova estimativa de colheita de soja para a safra 2020/2021. Segundo a entidade, o País deve colher 127,57 milhões de toneladas da oleaginosa, avanço de 2,2% ante a produção passada mas 5,15% menor em relação à expectativa inicial para a atual temporada, de antes do plantio, que era de 134,5 milhões de toneladas. Os dados foram coletados junto às 16 Aprosojas estaduais e indicam, mesmo assim, novo recorde.

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Conforme o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, o reajuste para baixo dos números ocorreu por causa de perdas na produtividade em algumas regiões em decorrência do fenômeno climático La Niña. “A redução da nossa estimativa reflete problemas decorrentes da falta de chuvas em regiões pontuais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e novamente Rio Grande do Sul pelo segundo ano consecutivo”, complementa. “Também contribuiu para este novo cenário o atraso no plantio e a ausência de chuvas regulares.”

Desta forma, a produtividade caiu 1,2% em relação à estimativa anterior, que era de 3.319 quilos por hectare, e 1,8% ante a safra 2019/20. Já a área plantada permaneceu inalterada em relação ao levantamento mais recente e deve chegar a 38,44 milhões de hectares, o que representa um aumento de 4% em relação a 2019, quando foram cultivados 36,95 milhões de hectares.

Ainda conforme a Aprosoja Brasil, Mato Grosso segue na liderança da produção nacional, com 33,93 milhões de toneladas a serem colhidas, seguido do Paraná (19,35 milhões de toneladas), Rio Grande do Sul (19,15 milhões), Goiás (12,59 milhões) e Mato Grosso do Sul (10,79 milhões).

A nova estimativa da Aprosoja Brasil supera a série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e mantém o Brasil na liderança da produção e exportação mundial da oleaginosa, seguido por Estados Unidos e Argentina.

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