As Melhores da Dinheiro Rural

As campeãs do agronegócio

O prêmio AS MELHORES DA DINHEIRO RURAL apresenta as empresas, cooperativas e produtores de destaque do setor, que é o principal motor da economia do País

Crédito:  Marco Ankosqui

Caco Alzugaray, presidente-executivo da editora Três, disse que o agronegócio prosperou em 2017, enquanto muitos setores da economia sucumbiram (Crédito: Marco Ankosqui)

O agronegócio brasileiro teve motivo para celebrar o ano de 2017, embora rodeado de desafios. Isso porque a produção da safra 2016/2017 foi recorde, com 238,8 milhões de toneladas, crescimento de 28% ante o período anterior. Assim, para fechar os trabalhos do ano, a revista DINHEIRO RURAL, que pertence à Editora Três e que faz parte do núcleo editorial da revista Istoé Dinheiro, realizou no dia 27 de novembro o prêmio AS MELHORES DA DINHEIRO RURAL. O evento foi criado em 2013 para mostrar os grandes agentes do setor, que sustenta a economia brasileira. Sua finalidade é apresentar as empresas, as cooperativas e os produtores que se destacam em práticas sustentáveis de gestão e de governança em suas áreas. “Nestes cinco anos de prêmio da Dinheiro Rural, a importância do agronegócio se tornou ainda maior para o Brasil”, disse Caco Alzugaray, presidente-executivo da Editora Três. “No período, todos os outros segmentos sucumbiram, enquanto que o setor e suas empresas cresceram.” Na solenidade, 30 companhias foram premiadas e algumas levaram mais de um troféu para casa.

Realizada na capital paulista, a cerimônia contou com a presença de cerca de 300 pessoas. Entre elas, autoridades como o ministro interino da Agricultura, Eumar Novack, e o secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim.

Na abertura do evento, antes da entrega dos prêmios, Novack destacou a importância do setor para o Brasil, afirmando que ele é o responsável por cerca de 25% do PIB do País, por 50% das exportações e por 33% dos empregos formais. “O agronegócio é a locomotiva da economia brasileira”, afirmou Novack. De acordo com o diretor de núcleo da Editora Três, Milton Gamez, apesar do ano conturbado, deflagrado com a Operação Carne Fraca, a boa governança das companhias vencedoras fez com que elas melhorassem seus números com relação ao período anterior. “Percebemos que as empresas vieram com tudo para ganhar o prêmio, com ótimos resultados para divulgar.”

A DSM Tortuga, multinacional holandesa que faturou R$ 1,8 bilhão em 2016, foi premiada como a Empresa do Ano. A companhia também venceu a categoria Agronegócio Indireto – Grandes Empresas, além de conquistar a Melhor Gestão Corporativa na mesma categoria. “Ser premiado neste ano é uma vitória para todos nós”, afirmou Tulio Ramalho, diretor de Vendas Ruminantes da companhia. Além da DSM Tortuga, de todas as empresas e cooperativas inscritas, 58 chegaram à final. Entre elas, 15 receberam os grandes prêmios e 12 foram destaques nos setores de atuação. Nos grandes prêmios, a avaliação considera o desempenho das gestões financeira e corporativa, com base nas áreas de recursos humanos, qualidade, governança corporativa, responsabilidade socioambiental e atuação na cadeia produtiva do agronegócio. Nos prêmios setoriais somente o resultado financeiro é valorizado.

As demais vencedoras foram a Ambev, a Anaconda, a Bayer, a Biosev, a Cargill, a Coamo, a Coopavel, a Coopercitrus, a Ihara, o Laticínios Bela Vista, a Phibro, a Tereos e a Usina Coruripe. Os troféus das campeãs setoriais ficaram com a Vale do Verdão (Açúcar e Biocombustíveis), Ihara (Agroquímicos e Fertilizantes), Ambev (Bebidas), Três Corações (Café), Minerva Foods (Frigoríficos), Camil (Grãos), Laticínios Bela Vista (Laticínios), Jacto (Máquinas e Implementos Agrícolas), Anaconda (Moinhos, Massas e Pães), Phibro (Nutrição Animal), Bunge (Óleos Vegetais), e Fibria (Papel e Celulose).

Entre os Destaques da Pecuária, os prêmios foram para Genética Aditiva, de Eduardo Folley Coelho (Genética Nelore), Reculuta Agropastoril, de Ricardo Amaral Furtado (Genética Rebanho Nacional), Grupo Otávio Lage, da família Fontoura de Siqueira (Gado de Produção), Agropecuária Vila dos Pinheiros, de Jaime Pinheiro (Gado de Elite), MFG Agropecuária, de Marcos Molina (Confinamento), Beef Passion, de Antônio Ricardo Sechis (Marca de Carne), Sapé Agro, de Eduardo Riedel (Fazenda Sustentável), Agrindus, da família Jank (Gado de Leite), e Estância Bahia, de Maurício Tonhá (Leilões). Para outras informações sobre o evento, acesse o endereço dinheirorural.com.br

Destaques da pecuária