Notícias

Bolsas da Ásia fecham sem direção única, com estímulos nos EUA e possível vacina

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, 12, com investidores monitorando o noticiário sobre possível vacina contra a covid-19 e as difíceis negociações no Congresso americano sobre um novo pacote fiscal para ajudar os EUA a se recuperar da crise provocada pela doença.

O índice acionário japonês Nikkei subiu 0,41% em Tóquio nesta quarta, a 22.843,96 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 1,42% em Hong Kong, a 25.244,02 pontos, e o sul-coreano Kospi garantiu o oitavo pregão consecutivo de ganhos em Seul, com alta de 0,57%, a 2.432,35 pontos, atingindo o maior patamar desde junho de 2018.

Na terça, a Rússia anunciou que tornou-se o primeiro país a registrar uma vacina contra o novo coronavírus, num momento em que os casos da doença no mundo ultrapassaram a marca dos 20 milhões.

Segundo o presidente russo, Vladimir Putin, uma de suas filhas recebeu a imunização. O anúncio, porém, foi recebido com ceticismo pela comunidade internacional, uma vez que não há comprovação de que a vacina passou por todos os testes necessários.

Já nos EUA, o governo e a oposição democrata continuam num impasse sobre um novo programa de estímulos fiscais contra o impacto econômico da pandemia, segundo o líder republicano no Senado americano, Mitch McConnell. No fim de semana, o presidente Donald Trump estendeu benefícios fiscais por meio de decreto, diante do entrave no diálogo.

Na China continental, as bolsas ficaram no vermelho nesta quarta. O Xangai Composto caiu 0,63%, a 3.319,27 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 1,26%, a 2.215,11 pontos. O Taiex seguiu a tendência, com queda de 0,86% em Taiwan, a 12.670,35 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana também registrou perdas, uma vez que a queda de mais de 4% do ouro na terça-feira pesou nas ações de mineradoras que exploram o metal precioso. O S&P/ASX 200 caiu 0,11% em Sydney, a 6.132,00 pontos.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Picapes respondem por 12% dos recalls de 2019, aponta pesquisa
5 dicas para conservar (ou comprar) uma picape
As 10 picapes mais vendidas no Brasil em janeiro