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Bolsas de NY fecham em baixa com preocupações econômicas

As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta sexta-feira, 10, em sessão na qual chegaram a ganhar algum impulso com o diálogo entre China e Estados Unidos, mas terminaram pressionadas. Entre os motivos para a cautela, as perspectivas econômicas e o posicionamento de dirigentes do Federal Reserve (Fed). Os recuos consolidaram uma semana com perdas para os três principais índices.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,78%, aos 34.607,72 pontos; o S&P 500 caiu 0,77%, para 4.458,58 pontos; e o Nasdaq recuou 0,87%, aos 15.115,49 pontos. Na semana, o Dow Jones teve baixa 2,15%, enquanto o S&P 500 acumulou perda de 1,69% e o Nasdaq recuou 1,61%.

Na visão da LPL Markets, os principais mercados terminaram em queda na semana com base nas “preocupações dos investidores sobre a variante delta do coronavírus, a redução dos estímulos do Fed e o aumento do risco político”. Wall Street “poderia ver alguns passos construtivos” entre as duas maiores economias do mundo depois que o presidente chinês, Xi Jinping, e o americano, Joe Biden, conversaram pela primeira vez desde fevereiro, avalia Edward Moya, analista da Oanda, sobre a conversa de ambos na última noite.

Por sua vez, o analista aponta que o foco mudou rapidamente para a derrota da Apple contra a criadora do Fortnite, no processo antitruste da Epic Games. Uma juíza distrital decidiu que a Apple se envolveu em conduta anticompetitiva que prejudica os consumidores. No final da sessão, as ações da gigante caíram 3,31%, e foram acompanhadas por outras importantes quedas, como Alphabet, que controla o Google (-1,86%), e Amazon (-0,43%). “Se este é o início de mais ações judiciais para a Apple, isso pode desestabilizar alguns investidores”, já que as margens da empresa parecem estar em risco, avalia Moya.

Entre os dirigentes do Fed, a presidente da distrital de Cleveland do Fed, Loretta Mester, afirmou que é possível que o mercado de trabalho americano não atinja o nível anterior à pandemia este ano. Mesmo assim, ela destacou a “notável melhora” recente e alertou para riscos de que a inflação nos EUA suba ainda mais. Já o dirigente do Fed de Richmond, Tom Barkin, alertou sobre uma possível pressão nos salários, uma vez que há dificuldades de empresas para reter pessoal, sobretudo em cargos com rendimentos mais baixos.

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