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Notícias19/11/2021

Bolsas de NY fecham mistas e Nasdaq tem recorde, com pacote fiscal e covid no radar

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo19/11/21 - 18h37min

As bolsas de Nova York ficaram sem sinal único nesta sexta-feira, 19. A aprovação do pacote de medidas sociais e climáticas do presidente Joe Biden, nos EUA, junto à proposta do Pentágono a big techs deram algum apoio aos índices. Pela primeira vez, o Nasdaq ultrapassou os 16 mil pontos no fechamento, acompanhado pelo valor máximo histórico das ações da Apple. No entanto, o avanço das covid-19 na Europa e na China segue no radar dos investidores.

O Dow Jones fechou em queda de 0,75%, a 35.601,98 pontos, o S&P 500 recuou 0,14%, a 4.697,96 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 0,40%, a 16.057,44 pontos, em novo recorde. Na comparação semanal, houve recuo de 1,38% e ganho de 0,32% e 1,24%, respectivamente.

Depois de semanas de negociação, o Build Back Better, de Biden, foi aprovado na Câmara em quase US$ 2 trilhões. O investimento deve ser voltado para educação, saúde e mudanças climáticas. Agora, o pacote vai para o Senado, onde a negociação deve ser mais dura.

Entre os destaques, as ações da Apple registraram recorde, ultrapassando os US$ 160 por ação. Os papéis da companhia avançaram 1,70%. Ontem, a Bloomberg reportou que a companhia de tecnologia está acelerando o desenvolvimento de carros elétricos autônomos.

O Pentágono solicitou um orçamento a quatro companhias de tecnologia para o desenvolvimento de um sistema em nuvem. O contrato multibilionário está sendo estudado com a Microsoft (+0,54%), Alphabet (-0,61%), controladora da Google, Amazon (-0,53%) e Oracle (-0.75%).

A Moderna saltou 4,92%, após a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) autorizar a aplicação de dose de reforço da vacina contra covid-19 em todos os adultos dos EUA. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) ainda precisa dar a decisão final. A Pfizer, porém, caiu 1,20%.

No cenário global, o Wells Fargo pontua que a nova onda de casos de covid-19, predominante na Europa e na China, poderia pesar sobre o crescimento econômico no curto prazo e levou a revisões modestas nas projeções do Produto Interno Bruto global. As preocupações com a demanda de petróleo, por exemplo, derrubaram os preços da commodity e puxaram as ações de petroleiras. A ExxonMobil despencou 4,62% e Chevron caiu 2,22%.

A Boeing fechou em queda de 5,77%. Além das preocupações com a pandemia, notícias informaram atrasos nas entregas de seus jatos 787.

Contato: ilana.cardial@estadao.com

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