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Bolsas europeias fecham em forte alta, com apoio de bancos após balanços nos EUA

Índices acionários das bolsas da Europa encerraram o pregão desta quinta-feira com avanços robustos, impulsionados por um início positivo da temporada de balanços corporativos nos EUA, com resultados trimestrais melhores que o esperado de alguns dos principais bancos do país. Neste contexto, preocupações quanto a elevada inflação global, após dados de China e EUA, ficaram em segundo plano.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 1,20%, aos 465,92 pontos.

Nesta quinta-feira, Wells Fargo, Bank of America, Citigroup e Morgan Stanley divulgaram seus balanços para o terceiro trimestre deste ano, apresentando resultados que superaram as previsões do mercado. Impulsionadas pelos balanços, ações de bancos europeus subiram cerca de 1% hoje, com destaques para o inglês Standard Chartered (+1,59%), o alemão Deutsche Bank (+1,00%) e os franceses Société Generale (+1,20%) e BNP Paribas (+0,48%).

O mesmo ocorreu na Itália, onde o índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, subiu 1,23%, aos 26.277,57 pontos, com o apoio da alta de 4,33% do Banco BPM.

Em Londres, o índice FTSE 100 subiu 0,92%, aos 7.207,71 pontos. O principal driver para a bolsa local veio de companhias mineradoras, como a Rio Tinto, Antofagasta, BHP, Glencore e Anglo American, todas com avanços acima de 3%, impulsionadas pela alta nos preços de metais no mercado futuro. Multinacional do setor siderúrgico, a ArcelorMittal avançou 2,97% em Paris, na maior alta do índice CAC 40, que subiu 1,33% nesta quinta, aos 6.685,21 pontos.

Já na Alemanha, o DAX avançou 1,40%, a 15.462,72 pontos. Diante do otimismo pela temporada de balanços, investidores no país apenas monitoraram a revisão para baixo da projeção de institutos alemães para o crescimento da maior economia europeia este ano, de 3,7% a 2,4%.

Leituras de inflação ao produtor – que atingiu nível recorde – e ao consumidor na China, e ao produtor dos EUA em setembro também ficaram em segundo plano. De acordo com o dirigente do Banco Central Europeu (BCE), Klaas Knot, o aumento nas expectativas de inflação na zona do euro é uma boa notícia, já que o bloco monetário enfrentou um “longo período” de riscos deflacionários antes da crise do coronavírus. A visão do BCE sobre o tema diverge em parte de outros bancos centrais de economias desenvolvidos, mais temerosos quanto à forte inflação.

Entre outros índices europeus, o IBEX 35, da Bolsa de Madri, subiu 0,49%, aos 8.925,00 pontos, enquanto o PSI 20, de Lisboa, terminou o dia com a mesma variação positiva, aos 5.620,72 pontos.

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