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Economia07/04/2022

Café: cenário para Indústria na próxima safra deve ser um pouco melhor, diz Abic

As chuvas ajudaram bem, vieram na hora certa, e beneficiaram muito as lavouras

As chuvas ajudaram bem, vieram na hora certa, e beneficiaram muito as lavouras

(Créditos: Arquivo / Embrapa)
Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo07/04/22 - 09h50min

São Paulo, 7 - O cenário para as indústrias de café deve ser melhor na próxima temporada, em virtude da safra mais volumosa do que se esperava inicialmente no Brasil, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Ricardo Silveira. "As chuvas ajudaram bem, vieram na hora certa, e beneficiaram muito as lavouras", disse ele nesta quarta-feira (6) em entrevista coletiva. "Isso vai nos dar uma safra bem razoável." A colheita do grãos já pode ser observada em áreas de Rondônia, mas o pico dos trabalhos deve ocorrer entre maio e julho.

Ele destacou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já fala em uma produção entre 58 milhões e 60 milhões de sacas de 60 kg, e alguns bancos projetam mais de 60 milhões, o que tende a pressionar o preço da matéria-prima. Silveira lembrou que no ano passado, mesmo com geada e seca, a safra de café superou as expectativas. "O mercado dizia que faltaria café, e hoje nós temos o suficiente - talvez não na qualidade que muitos desejam, mas ainda temos um bom volume da safra passada."

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Preços

Embora os preços de café costumem cair no início da safra brasileira, este ano eles devem se mover lateralmente, de acordo com o diretor executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva. "Achamos que até o início de junho os preços tendem a ficar dessa forma", disse ele, que também participou da entrevista coletiva.

O executivo afirmou que o produtor deve enfrentar alta nos preços de insumos. "Adubos, por exemplo, já estavam bem altos e agora, com o conflito entre Rússia e Ucrânia, isso tende a piorar", disse. No entanto, ele lembrou que no fim do ano passado as perspectivas para a próxima safra brasileira eram piores do que são hoje.

Ricardo Silveira disse acreditar que a guerra pode não ter influência tão grande, já que produtores só precisarão comprar adubos em setembro. "Acho que, até lá, as coisas voltam ao normal com relação à guerra e aos preços de fertilizantes."

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