Cocheira

Conab revisa para baixo crescimento da safra

Crédito: Fernando Donasci

No primeiro levantamento da safra de grãos em 2019, feito no mês passado, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para baixo a estimativa de crescimento da produção brasileira. Em dezembro, a expectativa era de 238,4 milhões de toneladas ao final da safra 2018/2019. No entanto, prejuízos nos cultivos de arroz e soja fizeram com que a Conab reduzisse o montante para 237,3 milhões de toneladas ao final do ano rural vigente, o que ainda não é considerado negativo, visto que isso representa elevação de 4,2% – ou 9,5 milhões de toneladas – sobre o ano agrícola anterior. O algodão é o destaque positivo, com expectativa de alta de 20,3%.

Meio ambiente
Cargill avança em destinação sustentável para óleos vegetais

A Cargill, uma das principais empresas de alimentos do mundo, vem desenvolvendo iniciativas sustentáveis para óleos vegetais usados. Por meio do Programa Ação Renove o Meio Ambiente, a companhia americana bateu a marca de 3 milhões de litros,
usados como matéria-prima na fabricação de produtos sustentáveis, como o biodiesel. Em janeiro, o programa já estava presente em 10 estados brasileiros. O material é recolhido em shoppings, empresas, ONGs e prefeituras. Neste ano, uma das empresas que fechou parceria com a Cargill foi a rede de fast food Burger King.

Negócios
ADM acerta compra da FCC

AP Photo/Seth Perlman)

A ADM (Archer Daniels Midland), companhia de processamento de alimentos e fornecimento de ingredientes, acertou, no último mês, a compra da FCC (Florida Chemical Company), uma das maiores empresas do mundo no mercado de citrus. O negócio foi fechado em US$ 175 milhões. À agência de notícias Reuters, Juan Luciano, CEO da ADM, admitiu ter analisado investimentos em gigantes do mercado, como a Bunge, mas ponderou que o momento não é para aquisições “monstruosas”. “Não posso dizer que nunca analisei a Bunge. Claro que sim”, afirmou.

Justiça
Wesley diz que JBS não lucrou com delações

EVARISTO SA

O advogado Eugênio Pacelli, que defende o ex-CEO da JBS, Wesley Batista, argumenta junto ao Supremo Tribunal Federal, que a empresa não lucrou com delações premiadas de seus ex-diretores. O histórico da empresa mostra que, entre 20 de abril e 17 de maio, quando a delação se tornou pública, a JBS vendeu 36 milhões de ações valorizadas. Porém, entre 17 de maio e o fim de agosto, a companhia vendeu outras 30 milhões de ações desvalorizadas.