Economia

Contratação de crédito rural no primeiro mês da safra cresce 16%

Crédito: Arquivo / Agência Brasil

Segundo o Ministério da Agricultura, os investimentos somaram de R$ 6,8 bilhões (+38%) e as operações de custeio, R$ 16,5 bilhões (+12%) (Crédito: Arquivo / Agência Brasil)

São Paulo, 5 – A contratação de crédito rural em julho, primeiro mês da safra 2021/22, foi de R$ 27 bilhões, aumento de 16% em relação à julho de 2020. Segundo o Ministério da Agricultura, os investimentos somaram de R$ 6,8 bilhões (+38%) e as operações de custeio, R$ 16,5 bilhões (+12%).

“De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2021/2022, os produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) apresentaram o melhor desempenho relativo, com 56% de aumento e R$ 6,6 bilhões contratados, dos quais R$ 4,2 bilhões em custeio e R$ 1,8 bilhão em investimento, esse último com crescimento de 61%”, disse a pasta em nota.

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Segundo a Agricultura, do montante de recursos autorizados para o Pronaf, ainda restam a ser contratados 87% dos investimentos e 78% das demais finalidades.

O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp) apresentou uma elevação de 5% no volume de recursos contratados e atingiu R$ 3,8 bilhões. Desse montante, R$ 3,5 bilhões referem-se às contratações de custeio e, R$ 306 milhões, aos investimentos. O saldo remanescente para atendimento a futuras demandas dos médios produtores amparados pelo programa é de 93% para investimentos e 88% para custeio, comercialização e/ou industrialização.

Sobre os programas de investimentos, com exceção do Moderfrota (Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras) e do Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), a pasta diz que requerem um período maior para análise. “O volume contratado no primeiro mês, no conjunto dos programas, ainda é relativamente pequeno, abaixo de 5%.”

As fontes de recursos mais utilizadas pelas instituições financeiras na liberação do crédito aos produtores foram Recursos Obrigatórios (R$ 8,8 bilhões), Poupança Rural Controlada (R$ 6,0 bilhões) e Poupança Rural Livre (R$ 5,1 bilhões), cujo aumento foi de 106% em comparação a julho de 2020. A poupança livre respondeu por 19% do valor total das contratações no primeiro mês da atual safra, sendo que a participação do total de recursos não controlados foi de 29%.

“O valor das operações de crédito realizadas com recursos das demais fontes de recursos não controlados e respectivas variações foram: LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) R$ 1,07 bilhão (-35%), recursos livres R$ 1,3 bilhão (+34%) e outras fontes R$ 344 milhões (+288%). As fontes controladas tiveram uma redução na participação das contratações de 79% para 71% nesta safra, comparativamente ao mesmo período da safra passada.”

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