Economia

Cooperativas gaúchas pedem juros menores e manutenção de exigibilidade de 30%

Crédito: Reprodução/FecoAgro/RS

"Existe essa expectativa de adequação da taxa de juros para o produtor à Selic, que é uma taxa de referência. O sistema financeiro está cobrando (taxas de) juros maiores, por isso existe esta ansiedade do setor de que o Plano Safra apresente juros menores", afirmou no comunicado o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires (Crédito: Reprodução/FecoAgro/RS)

São Paulo, 09/06 – A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) espera que o Plano Safra 2020/21 tenha taxas de juros compatíveis com a atual taxa básica de juros, a Selic. Em nota, a entidade argumenta que a Selic atual é “a menor da história do Brasil”, mas juros cobrados em algumas linhas oferecidas à agropecuária são mais do que o dobro da taxa básica. “Existe essa expectativa de adequação da taxa de juros para o produtor à Selic, que é uma taxa de referência. O sistema financeiro está cobrando (taxas de) juros maiores, por isso existe esta ansiedade do setor de que o Plano Safra apresente juros menores”, afirmou no comunicado o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires.

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Pires ponderou que, em razão de as cooperativas também estarem garantindo o suprimento de alimentos para o mercado interno e externo durante a pandemia, “é fundamental” que sejam “preservados” e “fomentados” os recursos voltados a elas. Ele destacou também a importância de fortalecer o seguro rural. “Precisamos ter essa questão em mente para evitar problemas como o que está acontecendo no Rio Grande do Sul. Já fazem 60 dias da resolução de auxílio (em função da) estiagem e até agora os recursos não estão nos bancos”, destacou.

A FecoAgro/RS pede, além disso, que o governo mantenha o porcentual de exigibilidade de 30% sobre depósitos à vista – 30% dos depósitos em bancos são destinados ao financiamento do setor, com juros controlados. “Aquele recurso obrigatório para a equalização é fundamental, é o pilar de sustentação do crédito rural. Estamos brigando para que se mantenha 30% de exigibilidade, como vem ocorrendo até hoje”, disse.

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