• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 186 26.05Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 186 26.05Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias18/05/2022

Empresários divergem sobre futuro dos veículos elétricos no Brasil

18/05/22 - 19h38min

A divisão na indústria de transportes sobre como acontecerá no Brasil a transição energética rumo à emissão zero marcou um painel que reuniu fabricantes de veículos e motores para discutir o futuro verde da mobilidade em congresso realizado no Rio de Janeiro.

Enquanto dirigentes da Scania e da Marcopolo traçaram um cenário no qual os sistemas convencionais movidos a combustíveis fósseis convivem com veículos elétricos, o presidente da WEG, Harry Schmelzer, projetou uma transformação rápida da mobilidade nos centros urbanos.

Ao apontar a um futuro em que "tudo será elétrico", Schmelzer observou que a velocidade da transição deve ser impulsionada pela ascensão dos critérios socioambientais - ESG, na sigla em inglês - nas decisões de investimento e consumo, além da tendência de redução de custos das novas tecnologias.

"O Brasil tem que apostar em todas as frentes, mas não pode deixar os elétricos de lado", disse o executivo durante o evento, promovido por Petrobras e Banco do Brasil (BB).

Antes de Schmelzer, o CEO da Scania na América Latina, Christopher Podgorski, voltou a apresentar a visão da montadora de que os veículos de propulsão elétrica devem ganhar espaço, mas seguirão compartilhando as estradas com caminhões movidos a diesel ou outros combustíveis mais limpos, como o biometano.

O CEO da Marcopolo, James Bellini, foi na mesma trilha ao citar questões relacionadas a custo e atrasos na infraestrutura necessária para a introdução dos veículos elétricos. Como exemplo, disse que há dúvidas sobre o que aconteceria se toda a frota de ônibus da cidade de São Paulo, algo ao redor de 14 mil veículos, passasse a madrugada, quando deixa de circular, sendo recarregada.

Da mesma forma, ele comentou que não está claro para os operadores de transporte em quanto tempo a tecnologia elétrica é paga pela economia dos custos operacionais, em especial nos gastos com combustível, já que o ônibus elétrico é pelo menos três vezes mais caro do que um coletivo movido a diesel.

"Entendemos que o elétrico puro não é o único caminho. Temos que pensar em várias rotas", defendeu Bellini. "Precisamos pensar em várias rotas até chegar, no longo prazo, à emissão zero. Em hipótese nenhuma enxergamos emissão zero no curto prazo", acrescentou o presidente da fabricante de carrocerias de ônibus.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais