• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 186 26.05Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 186 26.05Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias25/04/2022

FGV revisa projeção de IPC-S de abril de 1,80% para 0,90%

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo25/04/22 - 09h18min

A desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) entre a segunda e a terceira leitura de abril (1,84% para 1,47%) mostrou alívio do quadro de inflação, puxado por energia elétrica e gasolina. A avaliação é do coordenador do índice na Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Picchetti, que reduziu pela metade a previsão para o IPC-S do mês, de 1,80% para 0,90%.

A redução dos preços da eletricidade residencial (2,30% para -2,08%), na esteira da troca da bandeira tarifária de "escassez hídrica" para "verde", teve impacto negativo de 0,21 ponto porcentual sobre o índice, enquanto o alívio da gasolina (7,80% para 5,45%), devido ao fim dos efeitos do último reajuste da Petrobras, retirou 0,16 ponto da inflação.

"Ambos os itens vão continuar ajudando bastante até o fim do mês, porque a ponta da energia está em torno de uma queda de 15,0% e a gasolina está quase zerada, em torno de 0,10%", diz Picchetti. "Esses dois itens têm os principais efeitos, mas, ao mesmo tempo, não tem nada do outro lado para contrabalançar esses impactos para baixo."

A difusão do IPC-S, que mede a proporção de itens com aumento de preços na leitura, arrefeceu de 83,23% na segunda quadrissemana para 77,10% nesta leitura. De acordo com Picchetti, o movimento sinaliza ao menos uma interrupção da tendência de aumentos dispersos no índice, que pode se confirmar no fechamento do mês.

O analista destaca ainda entre os sinais de alívio o desempenho do grupo Alimentação (1,97% para 1,82%), com sinais de desaceleração dos alimentos in natura. A desaceleração do aluguel residencial (3,12% para 2,62%) também é um sinal positivo à frente, já que, na ponta, o item arrefece a cerca de 1,0%, observa o economista.

Entre as pressões para cima sobre o índice, Picchetti cita os medicamentos em geral (1,75% para 2,61%), pressionados pelo aumento de preços de 10,89% autorizado pelo governo a partir de 31 de março. O economista espera uma alta em torno de 6,0% para o grupo no fim do mês, considerando as pontas de itens como remédios dermatológicos (6,0%), oftalmológicos (5,6%) e calmantes e antidepressivos (5,0%). A passagem aérea (7,04% para 10,50%) também avança na ponta, a 20,0%.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
3ª quadrissemana