• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias20/08/2021

Funchal: Projetamos discricionárias de R$ 120 bi; precatórios são quase R$ 90 bi

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo20/08/21 - 18h28min

O secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, disse nesta sexta-feira, 20, que as despesas discricionárias devem ser previstas em torno de R$ 120 bilhões no Orçamento de 2022. Ele citou o número ao comparar com o tamanho das dívidas judiciais previstas para o ano que vem, calculadas em R$ 89,1 bilhões. O governo propôs uma PEC para parcelar os precatórios, que tem enfrentado resistências.

"No curtíssimo prazo, temos o risco da elaboração do orçamento (2022). Ele está sendo elaborado de acordo com normas constitucionais (em vigor)", ressaltou. Como a PEC do parcelamento não foi aprovada ainda, o governo precisará incluir todos os R$ 89,1 bilhões de precatórios nas despesas de 2022.

"Estamos projetando despesa discricionária de R$ 120 bilhões para ano que vem, os precatórios são quase R$ 90 bilhões", destacou.

Segundo ele, as dívidas judiciais, pelo seu tamanho e necessidade de compatibilizá-la com o teto de gastos, se tornaram um dos grandes desafios da equipe econômica.

O secretário reafirmou também que, com a recuperação econômica e de receitas, o País deve voltar a ter superávit em 2023, mas eventual ruído em relação ao compromisso com o teto poderia atrapalhar essa tendência.

Riscos

Funchal afirmou que o alto volume de precatórios e a inflação maior do que o esperado no segundo semestre têm trazido riscos para o nível de despesas discricionárias em 2022.

A declaração foi dada em resposta a questionamento sobre críticas de terrorismo orçamentário, com menções de que a terceira dose da vacina de covid-19 poderia ser comprometida sem a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios.

"Quando a gente está elaborando o Orçamento, temos as despesas que estão sendo previstas no ano que vem e algumas delas já estão sendo resolvidas. E a questão da vacina era mais nesse sentido."

Funchal explicou que a terceira dose de vacinação já estaria prevista no Orçamento, então não teria como pagar via créditos extraordinários. "Se não tiver imprevisibilidade, entra no Orçamento, e os precatórios estão pegando grande parte do Orçamento."

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
Funchal