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Investimento em tecnologia na pecuária bovina pode render até 9% em 2019

Crédito: Foto: divulgação

As 11 etapas da 4ª edição do Tour DSM registraram uma média de 7,72% de retorno sobre o investimento no confinamento de bovinos. Para o ano que vem a estimativa pode ficar entre 7,7% e 9,7%. Este último porcentual foi o registrado pelo Tour DSM em 2016. “Esse retorno é muito positivo do ponto de vista econômico”, diz o zootecnista Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da DSM. “As etapas avaliaram diferentes tipos de dietas, animais e estruturas, comprovando que o investimento em tecnologia é fundamental para a atividade.”

Em quatro anos de acompanhamento da atividade de confinamento no País, o Tour DSM avaliou cerca de 100 mil animais. Este ano foram 35 mil animais e 11 propriedades espalhadas por oito Estados. Com uma média de 88 dias de confinamento, o resultado foi de um ganho médio de peso vivo de 1,7 quilo por dia; e de 1,2 quilo por dia, em relação ao peso de carcaça. No geral, os animais renderam 20,8 arrobas. “Conseguimos fazer em cerca de três meses o que na pecuária tradicional leva, pelo menos, um ano”, diz Baruselli. A iniciativa é da Tortuga, marca de suplementos nutricionais para bovinos, equídeos e pequenos ruminantes da DSM, e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade São Paulo (Cepea/Esalq-USP).

Em todos os confinamentos, os técnicos da DSM avaliaram o desempenho zootécnico de bovinos que consumiram as linhas de suplementos nutricionais da empresa, direcionadas à atividade de confinamento. Já os especialistas do Cepea/USP avaliaram os resultados destas inovações a partir da melhora da rentabilidade, considerando todas as variáveis, desde o custo da terra, do boi magro e da nutrição até a alta da receita pela produção de bovinos mais pesados e com melhor acabamento.