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Máquinas agrícolas: Jacto construirá nova fábrica duas vezes maior que a atual

Crédito: Arquivo / Dinheiro Rural

A planta terá uma área construída de 96 mil metros quadrados, mais do que o dobro da área da fábrica atual (Crédito: Arquivo / Dinheiro Rural)

A Jacto, fabricante de máquinas agrícolas com base em Pompeia, no interior paulista, anunciou nesta sexta-feira (5) a construção de uma nova fábrica no município, que deverá ser concluída em março de 2023. A planta terá uma área construída de 96 mil metros quadrados, mais do que o dobro da área da fábrica atual de produtos agrícolas da companhia, também em Pompeia, de 39 mil metros quadrados. Com a expansão, a Jacto pretende atender à demanda crescente tanto por produtos que já vinham sendo comercializados há anos como pelos recém-lançados em 2020, segundo nota da empresa.

A nova unidade contará com tecnologias e instalações dentro dos conceitos de “Indústria 4.0”, como sistemas automatizados de pintura e de armazenagem, movimentação de materiais por veículos autônomos e um centro avançado de treinamentos, de acordo com o comunicado. Também haverá reúso de água, manufatura sem papel e painéis solares que garantirão energia equivalente a todo o consumo da fábrica.

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“O projeto faz parte de um conjunto de ações que tem como principal objetivo oferecer excelência na experiência do agricultor. Lançamos uma nova linha de produtos em agosto do ano passado com três modelos de plantadeiras, uma colhedora de cana-de-açúcar e um pulverizador autônomo, e agora estamos dando mais um grande passo, investindo em uma fábrica moderna para sustentar o crescimento previsto para os próximos anos”, afirmou no comunicado o diretor presidente da Jacto, Fernando Gonçalves Neto.

No ano passado, Gonçalves Neto disse em entrevista ao Estadão/Broadcast que a companhia pretendia duplicar seu faturamento de 2019, de R$ 1,650 bilhão, nos próximos três anos. Há expectativa também de que peso das exportações no negócio cresça de 25% para cerca 35%, e de que empresa ganhe participação no mercado brasileiro, subindo de 5% a 8% sobre sua fatia atual, não revelada.

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