• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias27/01/2022

McDonald’s ganha mercado e prevê 120 novas lojas até 2024

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo27/01/22 - 07h34min

Depois de um período em que viu a concorrência ganhar espaço, o McDonald's passou por uma reinvenção no Brasil ao longo dos últimos cinco anos: além de ter reformado restaurantes, com a instalação de totens tecnológicos e a implantação do atendimento à mesa em algumas lojas, a empresa ousou no quesito marketing. Ao adotar a alcunha "Méqui", referência a como os brasileiros se referem à rede, a companhia se reaproximou do consumidor. Resultado: de 2018 para cá, a rede viu sua fatia no setor passar de 36,9% para 41,6%, segundo a pesquisa Crest, que analisa as nove maiores redes de restaurantes do País.

O próprio presidente do McDonald's no Brasil, Paulo Camargo, afirma que a comunicação fez muita diferença. "Se a gente voltar no tempo, não estávamos muito bem, a gente estava perdendo market share (fatia de mercado)", diz o executivo. "E aí a gente percebeu que precisávamos dar uma 'resetada' geral na estratégia." E isso significou mexer, com o apoio da matriz, até no nome. "A nossa marca estava empoeirada. Então, por que não adotar o nome pelo qual as pessoas já chamavam a gente?", lembra.

Apesar de o "Méqui" estampar apenas 17 de um total de 1.052 restaurantes em todo o País, a estratégia reverbera muito além de pontos físicos, como a "loja mil" da rede, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. "Diria que o ano de 2019 foi o coroamento dessa estratégia", diz o executivo, lembrando que a virada de chave foi algo importante nos tempos de pandemia, que abalou a economia a partir de 2020.

Expansão

Depois de enfrentar dois anos de pandemia, a Arcos Dorados - companhia responsável pelo McDonald's na América Latina - divulgou ontem um novo plano de expansão para o País. Serão 120 novas lojas até o fim de 2024, um crescimento de mais de 10% em relação ao total atual. O valor estimado para o mercado brasileiro é de R$ 1 bilhão, cerca de 30% do valor separado para toda a região como um todo (US$ 650 milhões).

Entre as lojas previstas para o Brasil, 90% terão drive-thru, um formato de atendimento que já era popular, mas que ganhou força na pandemia. Mesmo com o relaxamento do distanciamento social, o consenso do mercado de fast-food é de que o delivery e a retirada em loja vão continuar a crescer na preferência do consumidor.

"A nossa performance acima da concorrência nos últimos tempos se resume a três letras 'D': delivery, drive-thru e digital", diz Paulo Camargo. "Hoje, 50% das nossas vendas passam por canais digitais. E a gente viu isso em pesquisa: o cliente, ao pedir pelo celular, consegue controlar como vai pedir, pagar e onde vai comer. Entendemos, finalmente, que essa decisão deveria ser do consumidor, e não do McDonald's."

Concorrência

Para Sérgio Molinari, fundador da consultoria Food Consulting, um dos "pulos do gato" do McDonald's foi a estrutura mais parruda de delivery do que a da concorrência. "O McDonald's tem o melhor delivery entre as redes de fast-food, e a participação da entrega dobrou de tamanho: representava entre 7% e 8% das vendas totais e, hoje, já chega a 15%", diz.

De acordo com Molinari, se o McDonald's ganhou quase 5 pontos porcentuais de participação nos últimos anos, houve perda de fatia das rivais. Isso porque o levantamento Crest só inclui as nove maiores redes do segmento. Além disso, por conta da pandemia, o "bolo" total do setor de fast-food não cresceu - apesar de o baque sofrido ter sido menor do que as dificuldades enfrentadas por restaurantes independentes.

Olhando adiante, em um momento de economia fraca - a previsão é de que o Produto Interno Bruto (PIB) fique perto da estabilidade em 2022, segundo estimativas de economistas -, tanto o McDonald's quanto as outras redes terão o desafio de posicionamento de preço, diz o fundador da Food Consulting. Isso porque disputam a renda das classes B e C, responsáveis pela maior parte do movimento nas lanchonetes.

O especialista alerta, porém, que isso não significa só baixar preços. "As pesquisas mostram que, em momentos como o atual, o cliente reduz a frequência de consumo, busca o custo-benefício. Então, ele pode até ficar mais exigente tanto na comida quanto no ambiente, porque, já que vai sair menos vezes, ficará mais atento à proposta de valor."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais