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MP-RJ investiga ligação do ex-chefe dos presídios com líder do Comando Vermelho

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro cumpre nesta quinta-feira, 21, três mandados de busca e apreensão no âmbito da investigação contra o ex-secretário de Administração Penitenciária Raphael Montenegro Hirschfeld, o ex-subsecretário de Gestão Operacional Wellington Nunes da Silva e ex-superintendente da pasta Sandro Farias Gimenes. Em agosto, os três foram alvos da Polícia Federal em apuração sobre ‘relações espúrias’ com líderes do Comando Vermelho.

As ordens foram expedidas pelo juízo da 42ª Vara Criminal da Capital e são cumpridas na sede administrativa da Seap, no Centro, na sede administrativa do Complexo de Gericinó e no Instituto Penal Vicente Piragibe. As informações foram divulgadas pelo MP-RJ.

Segundo a Promotoria, as provas colhidas durante a diligência serão juntadas ao procedimento que apura se o ex-secretário recebeu propina para autorizar a soltura, do Complexo Penitenciário de Gericinó, de Wilton Carlos Rabelo Quintanilha, o ‘Abelha’, um dos líderes do CV.

Ao pedir à Justiça autorização para vasculhar os endereços alvo da operação, o Ministério Público fluminense indicou que, ao longo das investigações, foram obtidas imagens em que ‘Abelha’, logo após ser posto em liberdade – no dia 27 de julho – caminha por uma rua em local próximo ao Complexo de Gericinó.

Segundo a Promotoria, as gravações mostram um Toyota Hilux SW4, de placa RJU3G91, escoltado por outro veículo, se aproximando do líder do Comando Vermelho. O MP diz que a pessoa que ocupava o banco carona dianteiro do veículo cumprimentou ‘Abelha’, destacando que há ‘informes indicando que este cumprimento partiu de Raphael’.

Os promotores dizem ainda que Raphael, Wellington e Sandro estiveram na comunidade da Mangueira no dia seguinte à soltura de ‘Abelha’, tendo sido recebidos pelo próprio líder do Comando Vermelho, havendo registros fotográficos do encontro.

“Informações colhidas durante as investigações também indicaram que os três ex-dirigentes habitualmente visitavam “Abelha” no Instituto Penal Vicente Piragibe, onde permaneciam em horários após o expediente”, destacou ainda o MP fluminense.

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