Edição nº 163 10.10 Ver ediçõs anteriores

Entrevista

O potencial de hidrovias para a região Norte do Brasil é fantástico

Claudio Gatti

O potencial de hidrovias para a região Norte do Brasil é fantástico

Bruno Serapião, presidente da Hidrovias do Brasil, fala sobre os gargalos do setor e os papéis do governo e da iniciativa privada

Cauê Vizzaccaro
Edição 06/09/2017 - nº 151

O O Brasil possui uma das mais extensas e diversificadas redes fluviais do mundo, com um potencial de cerca de 50 mil quilômetros de rios navegáveis. Mas não explora nem mesmo a metade dessas rotas que poderiam baratear o transporte de cargas no País, especialmente os produtos do agronegócio. O efeito seria multiplicador: cada barcaça padrão pode tirar das rodovias até 70 carretas de grãos. Mas transformar isso em realidade não é uma tarefa fácil. “Precisamos de um plano de 15 anos de investimentos constantes em hidrovias, com parcerias entre o governo e o setor privado”, diz o engenheiro mecânico-aeronáutico Bruno Serapião, CEO da Hidrovias do Brasil. “Não fazemos infraestrutura sem enxergar um retorno mínimo de capital.” A empresa foi criada pelo fundo de infraestrutura Pátria Investimentos, e conta com participação do canadense Aimco; do fundo Temasek, de Cingapura; do IFC, o braço financeiro do Banco Mundial, além do BNDESPar, o gestor de participações do BNDES. Mas a maior empresa do setor fluvial do País não está parada. Hoje, ela transporta seis milhões de toneladas em todo o território nacional e quer mais. Disposta a adminstrar até ferrovias, se for preciso, e com investimentos da ordem de R$ 1,5 bilhão em projetos hidroviários no Norte do Brasil, o plano é transportar 6,5 milhões de toneladas por ano somente nessa rota, dentro de três safras. O potencial da região é de 25 milhões de toneladas nos próximos cinco anos, mais que o dobro do que deve ser transportado neste ano.

DINHEIRO RURAL – Por que há tão pouco investimento em hidrovias no Brasil?
BRUNO SERAPIÃO – O problema no Brasil é a falta de uma estrutura que permita o desenvolvimento de modais de transporte com custos de operação mais baratos que o rodoviário. O País possui uma matriz de transporte muito focada nas rodovias. O segundo modal é o ferroviário. O hidroviário é o terceiro, seguido pela cabotagem. O setor, de fato, é pequeno.

RURAL – Em quê a Hidrovias aposta?
SERAPIÃO – Nós transportamos seis milhões de toneladas de produtos. Cerca de três milhões saem pelo Sul, entre minério e soja. Também fazemos um milhão de toneladas de celulose. Os outros dois milhões de toneladas saem pelo Norte. Mas queremos mais. Nos próximos três anos, vamos chegar a 6,5 milhões nesse corredor.

RURAL – Como a empresa está ganhando dinheiro nesse negócio?
SERAPIÃO – Não fazemos infraestrutura sem enxergar um retorno mínimo de capital. Nosso modelo de trabalho é por contrato, como fazem grupos de infraestrutura, entre eles, a construtora CCR. Em 2016, batemos o recorde de comboios de barcaças nas hidrovias da região do Arco Norte. Começamos em 2016 com 12 barcaças, com cerca de 24 mil toneladas transportadas. Hoje, com 25 barcaças, empurramos 50 mil toneladas. Na média, os comboios nessa região transportam entre 25 mil e 30 mil toneladas. É assim que se ganha dinheiro neste negócio.

RURAL – O transporte hidroviário é de fato o mais competitivo?
SERAPIÃO – Não. O transporte por duto é o mais barato. Seguido por hidroviário, ferroviário, rodoviário e transporte aéreo. O problema é a necessidade do transporte multimodal. Aí, quanto maior a distância que passar por um modal mais competitivo, melhor será. Quanto menores as distâncias, menos competitivo será, por causa dos transbordos. É ruim um transporte em ferrovia por menos de 500 quilômetros, em hidrovia por menos de 700 quilômetros e em duto, por menos de mil quilômetros.

O ponto principal é deixar as pequenas distâncias para rodovias e as longas para hidrovias e ferrovias

Corredor logístico norte: nos portos de Miritituba (foto) e Barcarena foram investidos R$ 1,5 bilhão

RURAL – Os principais entraves do setor são a burocracia e as regulamentações ambientais e alfandegárias?
SERAPIÃO – O empresariado diz que é muito burocrático fazer navegação no Brasil, mas é só seguir as regras. Quando se faz um porto, é preciso capital e marco regulatório. No Brasil é possível ter um porto privado, mas a parte ambiental, com as licenças prévias de instalação, operação e vigilância sanitária, por exemplo, ficam dispersas em órgãos como o Ministério da Agricultura e a Receita Federal, entre outros. Mas esse processo poderia ser integrado e centralizado em uma entidade, como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

RURAL – A culpa pela falta de investimento é do governo ou do setor privado?
SERAPIÃO – Não gosto de usar o termo culpa, mas é preciso ter uma política de desenvolvimento de transporte. Quais segmentos de transporte devem funcionar? Em Santos tem caminhão, hidrovia, ferrovia e duto. No Norte não se tem a clareza dos canais logísticos de escoamento. O sistema dos rios Teles Pires-Tapajós poderia ser navegável até parte de Mato Grosso, em vez de somente até Miritituba, no Pará. Nesse trecho, navegamos por 1,2 mil quilômetros, mas o ideal seriam dois mil quilômetros. Desde a Lei dos Portos, em junho de 2013, o grosso dos investimentos tem sido da iniciativa privada. O ideal seria um plano de 15 anos de investimentos constantes, com parceria entre o governo e o setor privado.

RURAL – Qual deve ser o papel do governo neste setor?
SERAPIÃO – O governo tem dois papéis. O primeiro é organizar o desenvolvimento dos canais logísticos. O plano nacional de logística, de 20 anos, não pode mudar a cada ano. Como empresário, não consigo investir em tudo: portos, hidrovia, ferrovia e rodovia. Eu não posso substituir o Estado. Por exemplo, Cuiabá é um grande centro consumidor. Então, vamos garantir que receba todos os modais de transporte para que seja competitivo consumir ali. O segundo papel é regular e definir regras iguais a todos. Se eu invisto no Norte R$ 1,5 bilhão, pago os impostos, faço as licenças, vou à Antaq e participo de anúncios públicos, não dá para ver o vizinho desmatar, jogar barcaça no rio e competir com quem cobra 30% menos por serviços.

RURAL – A questão ambiental não seria um mote para cobrar do governo mais investimento?
SERAPIÃO – Sim, porque a barcaça só emite 10% da poluição de um caminhão. Com ela, gasta-se menos combustível por tonelada transportada. O ponto principal é deixar as pequenas distâncias para as rodovias e, as longas, para as hidrovias e ferrovias, como na Europa e nos Estados Unidos.

RURAL – Em quais rotas a Hidrovias do Brasil investirá?
SERAPIÃO – Em 2015, levantamos US$ 350 milhões de capital com os acionistas e usamos metade. Nosso foco é na diversificação do corredor Norte. Hoje, há duas estruturas portuárias construídas para a soja e o milho em Miritituba e Barcarena. Temos grandes projetos para fertilizantes, granel líquido e outras cargas que melhorariam e diversificariam esse sistema.

O ideal seria um plano de 15 anos de investimentos, com parceria entre governo e setor privado

corredor logístico sul: potencial para escoar
três milhões de toneladas de soja pela Bacia do Prata

RURAL – O escoamento de grãos pela bacia amazônica tem potencial para mais investimentos?
SERAPIÃO – O potencial de hidrovias para a região Norte do Brasil é fantástico. Para atender a Europa e os Estados Unidos, por que ir para Santos? A ideia é colocar o Norte como um hub logístico. Nossos contratos neste ano são de dois milhões de toneladas, mas podemos crescer ainda 4,5 milhões dentro da capacidade instalada.

RURAL – E no Sul, qual o potencial pela Bacia do Prata, através do rio Paraguai?
SERAPIÃO – O problema é o Estado do Mato Grosso do Sul, onde acontecem os embarques, com uma política de impostos que dificulta a exportação de soja in natura. Mas é possível escoar três milhões de toneladas pela Bacia do Prata. Um dos nossos focos atuais é entender qual é a viabilidade de levar a soja do Brasil até a Argentina. Esse país possui uma grande estrutura de moendas do grão.

RURAL – Por que a Hidrovias do Brasil começou a investir em navegação marítima na costa, no ano passado, um sistema que até então estava fora do radar?
SERAPIÃO – Se um cliente tem uma necessidade de transportar de A para B, nós fazemos a ligação. Como já estamos com uma estrutura de navegação no Norte, tivemos a oportunidade de fazer algo similar com a cabotagem. Enxergamos um potencial enorme na costa marítima brasileira. Por exemplo, há um movimento de milho para o Nordeste. Caso precise operar uma ferrovia, nós temos condição até para isso.

RURAL – Quais são os maiores entraves ao transporte de cabotagem no Brasil?
SERAPIÃO – Uma das medidas necessárias é separar a cabotagem da navegação marítima global. Na cabotagem, os processos portuários ainda funcionam como na navegação de longo curso, que é mais burocrática por causa das regras internacionais.

RURAL – Essa expansão é sinal de que os fundos, principalmente o Pátria, podem começar a ofertar o controle da empresa ao mercado?
SERAPIÃO – Não há nenhum processo de venda da companhia neste momento, mas não posso falar pelo acionista. Como CEO, digo que a empresa foi montada em 2010 para ser um projeto de longo prazo, para operar pelo menos por 30 anos.

RURAL – Em quais países estão os melhores sistemas hidroviários no mundo?
SERAPIÃO – Nos Estados Unidos, são 650 milhões de toneladas transportadas todos os anos por hidrovias. Os americanos possuem um sistema bem desenvolvido, que é comandado pelo exército. Lá, os investimentos estrangeiros são proibidos por lei de entrar nesse setor logístico. O sistema europeu é considerado a melhor estrutura no mundo. Os governos da União Europeia colocam muito dinheiro nas ligações hidroviárias. Além disso, os modais são mais integrados, por causa das curtas distâncias entre os países. A China também tem uma boa hidrovia no rio Yangtzé, mas não temos informações sobre a sua eficiência.


Se o clima favorecer, safra de 2019 pode chegar bem próximo de recorde

IBGE

Se o clima favorecer, safra de 2019 pode chegar bem próximo de recorde

Com 3,6 milhões de toneladas, produção de café é a maior da história

Grãos

Com 3,6 milhões de toneladas, produção de café é a maior da história


Safra 2018/19 será de 275,75 milhões de caixas, aponta 3º levantamento

Laranja

Safra 2018/19 será de 275,75 milhões de caixas, aponta 3º levantamento

Exportação sobe 26,93% em volume e 36,64% em receita

Algodão

Exportação sobe 26,93% em volume e 36,64% em receita

Prazo de inscrição no CAR se encerra dia 31 de dezembro

Meio ambiente

Meio ambiente

Prazo de inscrição no CAR se encerra dia 31 de dezembro


Volume de vendas da Barry Callebaut cresce 6,3% no ano fiscal de 2017/18

cacau

Volume de vendas da Barry Callebaut cresce 6,3% no ano fiscal de 2017/18

Açúcar e Bioenergia

Biosev tem prejuízo de R$ 155,567 milhões no 2º trimestre da safra 18/19

São Martinho:

Não há planos no curto prazo de grandes investimentos

Máquinas Agrícolas

CNH Industrial registra no 3º tri lucro de US$ 231 mi, alta de 285%


Achou que estávamos brincando quando falamos em revolucionar os genéricos?

Achou que estávamos brincando quando falamos em revolucionar os genéricos?

Expectativa de mais recursos

Expectativa de mais recursos

Entidades e representantes do agronegócio promovem diálogo com o Governo Federal sobre aumento do volume para o Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019

CNA monta comitê para mapear inovações no agronegócio por meio de startups

No campo

No campo

CNA monta comitê para mapear inovações no agronegócio por meio de startups


Especial - Logística em pauta

Uma nova ordem nas estradas

Frete

Frete

Uma nova ordem nas estradas

O tabelamento do frete impõe novos desafios para empresas e produtores rurais. Saiba quais são as estratégias para superar esse jogo

A linha de montagem do futuro

Indústria

A linha de montagem do futuro

Como as indústrias estão criando caminhões cada vez nais seguros e inteligentes

Inteligência artificial nas estradas

revolução digital

Inteligência artificial nas estradas

Como a revolução digital pode livrar os nós logísticos do País

Os trilhos do desenvolvimento

Novos caminhos

Os trilhos do desenvolvimento

Ainda pequeno, o modal ferroviário tem um grande potencial para elevar o fluxo logístico nacional

Expectativa de mais recursos

Expectativa de mais recursos

Entidades e representantes do agronegócio promovem diálogo com o Governo Federal sobre aumento do volume para o Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019

Ampliando a capacidade produtiva

Ampliando a capacidade produtiva

Cooperativas agrícolas do País apostam no crédito rural para agregar valor ao produto e sair na frente na corrida por inovações sustentáveis

De olho no custeio antecipado

De olho no custeio antecipado

Com preços em queda e boas taxas de crédito, produtores rurais podem apostar na antecipação da compras de insumos para a safra 2018/2019

O PoupaTerra do século 21

Plantio Direto

Plantio Direto

O PoupaTerra do século 21

O produtor paranaense Franke Djikstra é um dos pais da técnica de plantio direto, um sistema conservacionista que ajuda o agricultor a melhorar a produtividade de sua lavoura e no qual o brasil é o campeão mundial, com 32 milhões de hectares. Saiba como sua adoção pode significar uma economia de pelo menos R$ 12,3 bilhões por safra

O caçador de negócios

Domingo Lastra

O caçador de negócios

Conheça a estratégia da trading americana Archer Daniels Midland, companhia global que fatura US$ 60 bilhões e que tem apostado em uma nova gestão corporativa para continuar crescendo no Brasil

A super cooperativa

Castrolanda, Frísia e Capal

A super cooperativa

As paranaenses Castrolanda, Frísia e Capal investiram quase R$ 700 milhões em um projeto para industrializar leite, processar suínos e moer trigo. Conheça o modelo inédito de intercooperação, que reúne 4,5 mil produtores e que fatura R$ 1,8 bilhão por ano

A corrida da bioenergia

Rafael Chang

A corrida da bioenergia

Pela primeira vez na história, uma montadora desenvolveu um carro híbrido que funciona movido a etanol e a eletricidade. saiba o que a Toyota e outras gigantes, como Raízen, Tereos e Copersucar, estão fazendo para tornar a matriz energética brasileira cada vez mais sustentável

Mais perto do campo

Octavio de Lazzari

Mais perto do campo

Os maiores bancos comerciais se aproximam cada vez mais do agronegócio. Saiba o que eles têm feito para atrair os produtores e conquistar definitivamente um lugar no segmento mais pujante da economia brasileira

A conquista do mundo

Paulo de Castro Marques

A conquista do mundo

Um campo para as franquias

José Carlos Semenzato e João Arantes Júnior

Um campo para as franquias

O empresário José Carlos Semenzato fez fortuna no mundo do franchising. Agora, ele quer transportar essa experiência para o agronegócio e se tornar vendedor de genética bovina. Conheça seus planos


Entrevista

O Brasil precisa deixar de ser um país burocrático e regulado

Jacyr Costa Filho

Jacyr Costa Filho

O Brasil precisa deixar de ser um país burocrático e regulado

Jacyr Costa Filho, diretor do grupo Tereos Brasil e presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp, fala sobre as eleições no País e o ambiente de negócios para o setor

“O produtor brasileiro é um herói porque trabalha em um cenário de muitas incertezas”

Luiz Pretti, da Cargill

Luiz Pretti, da Cargill

“O produtor brasileiro é um herói porque trabalha em um cenário de muitas incertezas”

Luiz Pretti, CEO da Cargill, fala sobre os planos e os desafios da companhia


O importante é saber como usar bem um remédio

Roberto Hun

O importante é saber como usar bem um remédio

Roberto Hun, presidente da americana Corteva Agriscience no Brasil, divisão agrícola da DowDuPont, fala sobre o bilionário mercado de defensivos e sementes

A China sabe o que quer do Brasil, mas o Brasil  não sabe o que quer da China

Marcos Jank

A China sabe o que quer do Brasil, mas o Brasil não sabe o que quer da China

Marcos Sawaya Jank, da Asia Brazil Alliance, fala de comércio internacional e dos desafios do País lá fora


Céu compartilhado

Aviação agrícola

Céu compartilhado

Como a aviação agrícola vai dividir suas tarefas com os drones

Sua fazenda um dia vai ser um bloco

Blockchain

Sua fazenda um dia vai ser um bloco

O Blockchain está chegando para mudar as relações no agronegócio. Agora, é preciso entender o que a ferramenta pode fazer por uma propriedade


Mulheres do Agronegócio


Pesquisa em 17 países mostra barreiras ao avanço das mulheres no agronegócio

Cenário

Pesquisa em 17 países mostra barreiras ao avanço das mulheres no agronegócio

Em levantamento da Corteva Agriscience, Divisão Agrícola da DowDuPont, produtoras rurais dizem que há progresso das mulheres no agro, mas ainda é lento. Disparidade financeira, falta de reconhecimento e pouco acesso a treinamentos são os principais entraves. No Brasil, 78% afirmam que existe discriminação de gênero

3º Congresso Nacional Mulheres do Agronegócio está com inscrições abertas

Evento

3º Congresso Nacional Mulheres do Agronegócio está com inscrições abertas


Uma mulher à frente de seu tempo

Alida Bellandi

Uma mulher à frente de seu tempo

Como Alida Bellandi tomou as rédeas de sua carreira e se tornou presidente da Guarany, empresa de equipamentos agrícolas. Ela é uma das poucas executivas do agronegócio que chegou ao topo da carreira

A hora da virada

Álvaro Peixoto

A hora da virada

Por que executivos deixam companhias globais para trabalhar em empresas de menor porte e com menos exposição no mercado

Quem será o melhor ministro do agro brasileiro?

José Luiz Tejon

José Luiz Tejon

Quem será o melhor ministro do agro brasileiro?

Carne bovina entra na mira dos “Impostos sobre o pecado”

Carlos Dutra

Carne bovina entra na mira dos “Impostos sobre o pecado”

Por mais paisagens sustentáveis no campo

Fernando Sampaio

Por mais paisagens sustentáveis no campo

Uma análise das doenças da soja na safra 2017/2018

Carlos Alberto Forcelini

Uma análise das doenças da soja na safra 2017/2018

X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.