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Ocepar: setor cooperativista deve ter bons resultados em 2020 e seguir investindo

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José Roberto Ricken, presidente da Ocepar (Crédito: Divulgação)

São Paulo, 30/12 – O presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Sistema Ocepar), José Roberto Ricken, previu para 2020 bons resultados na safra de soja e milho e um mercado de carnes “firme”, o que deve estimular o setor a seguir investindo. “Isso refletirá também nos projetos de expansão das cooperativas de crédito e de transporte. Para as de saúde, como também para as de outros ramos mais focados no meio urbano, o crescimento da economia brasileira irá contribuir para a retomada dos planos de expansão”, disse ele em mensagem de fim de ano para os cooperados.

Segundo Ricken, 2019 foi positivo para as cooperativas. “Foram investidos em novas estruturas produtivas mais de R$ 2 bilhões. O período também foi marcado pela expansão da atuação em outras regiões, especialmente para as de crédito e agropecuárias, bem como a incorporação de mais estruturas produtivas”, disse ele.
Conforme ele, as cooperativas do Paraná encerraram o ano “com uma estimativa de faturamento de R$ 85,9 bilhões, sobras de R$ 3,54 bilhões, geração de R$ 2,62 bilhões em impostos”.

O presidente da Ocepar disse que no fim deste ano as cooperativas agropecuárias retomaram os investimentos. “As do ramo crédito inauguraram mais agências no Paraná e em outros estados, enquanto as do ramo saúde implantaram equipamentos próprios de atendimento a seus cooperados e usuários. E as expectativas de investimentos em 2020 chegam a R$ 3,8 bilhões, englobando, por exemplo, projetos de agroindústrias, armazenamento, tecnologia, infraestrutura e distribuição, mais unidades das cooperativas de crédito e, nas de saúde, laboratórios e hospitais próprios.”

Em relação ao trabalho do Ministério da Agricultura, Ricken destacou a abertura de mais mercados internacionais para os produtos brasileiros. Na sanidade agropecuária, o Paraná foi reconhecido pelo governo federal como área livre de aftosa sem vacinação, bem como em sua segregação do grupo de 14 estados sem peste suína clássica. “Foram medidas importantes para a conquista de mais espaço para as carnes no mercado mundial”, disse.

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