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País supera metas na pecuária sustentável com aproveitamento de dejetos animais

Crédito: Marco Ankosqui

A matéria-prima passa por um processo de fermentação no biodigestor, produzindo o biogás. A fábrica é flex, podendo trabalhar com resíduos sólidos e líquidos Marco Ankosqui (Crédito: Marco Ankosqui)

São Paulo, 20/12 – O Ministério da Agricultura diz que, de 2010 a 2019, 38,3 milhões de metros cúbicos (m3) de dejetos animais no Brasil foram tratados, superando em quase nove vezes a meta de 4,4 milhões de m3 definida no Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC). “Nesse período, o tratamento de dejetos animais resultou em 391 milhões de tCO2eq (toneladas de dióxido de carbono equivalente) de mitigação de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), montante 57 vezes maior que a meta estipulada pelo plano (6,9 milhões de tCO2eq)”, disse, em nota.

Os números, apresentados pelo Ministério da Agricultura, na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 25), que ocorreu em Madri entre 2 e 13 de dezembro, referem-se ao tratamento de dejetos da suinocultura e da bovinocultura por meio de biodigestores, que usam energeticamente o biogás e compostagem, tecnologias que mitigam as emissões de GEE provenientes de dejetos dos animais.

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