• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 183 30.11Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 183 30.11Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias25/08/2021

Para Idec, governo apela para ‘eufemismos’ para não chamar de racionamento

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo25/08/21 - 19h26min

A inclusão do consumidor residencial no esforço para redução do consumo de energia elétrica no País, anunciada nesta quarta-feira pelo governo, foi um avanço, mas a falta de informações sobre como isso será feito revelou o despreparo dos envolvidos e deixou no ar a principal questão: quem vai pagar a conta?, avaliou o coordenador do programa de energia e sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite.

"Estão apelando para eufemismos para não chamar de racionamento, mas na prática é racionamento; não é só cortar a luz que configura racionamento, qualquer restrição de consumo é racionamento", disse Leite, que esta semana defendeu a inclusão dos consumidores residenciais para aumentar a base da redução do consumo, em troca de alguma compensação.

Leite criticou a falta de números para mostrar as metas de redução do consumo, e avaliou que a equipe do Ministério de Minas e Energia (MME) deve ter antecipado o anúncio das medidas por conta do agravamento da escassez de água nas hidrelétricas. "Eles perceberam que tinham que dar uma resposta porque a situação ficou mais grave, mas não tinham a resposta. Se era para apresentar algo, deveriam trazer números, mostrar metas", observou.

Leite destacou que se não vai haver penalização para quem não reduzir o consumo, a única saída será aumentar os encargos do sistema elétrico via ESS (Encargos do Serviço do Sistema).

"No final (da apresentação) deixaram escapar que vai ser pelo ESS, e se for isso, é mais um encargo e o consumidor vai pagar a metade do dobro, vai sobrar para o consumidor", explicou Leite.

Para ele, as medidas deveriam passar por uma rápida consulta pública para serem melhor entendidas pela sociedade. "Ficaram devendo para o consumidor", concluiu.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais