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Petróleo fecha em queda, com dado dos EUA e noticiário do setor no radar

Os contratos futuros de petróleo fecharam em território negativo nesta quinta-feira, 6. A commodity começou o dia com perdas, chegou a inverter o sinal após um dado do mercado de trabalho dos Estados Unidos, mas voltou a perder fôlego.

O petróleo WTI para setembro fechou em queda de 0,57%, em US$ 41,95 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro recuou 0,18%, a US$ 45,09 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

O menor impulso ocorreu após o petróleo atingir máximas em cinco meses. De acordo com a Sucden Financial, a expectativa de oferta menor tem se contraposto à incerteza sobre a perspectiva para a demanda, por causa da pandemia.

Ainda pela manhã, os contratos se fortaleceram após o dado de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA. O indicador semanal mostrou queda de 249 mil nos novos pedidos, a 1,186 milhão, ante previsão de 1,423 milhão dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. O dado positivo fortaleceu os contratos, mas o impulso não perdurou por toda a sessão.

O Commerzbank nota que, no caso do Brent, as altas recentes fizeram com que ele recuperasse todas as perdas sofridas como resultado da crise com a covid-19 e a disputa de preços dentro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).

Entre as notícias do setor, a estatal saudita Saudi Aramco informou hoje que cortará os preços do petróleo que vende a várias regiões do mundo, no mês de setembro.

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