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Petróleo fecha na 3ª alta consecutiva, com sinais de avanço na demanda e estoques

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, seguindo a recuperação com o terceiro avanço consecutivo. Sinais da demanda, incluindo o aumento da procura na Índia por combustíveis e a divulgação da queda nos estoques de hidrocarbonetos nos Estados Unidos na última semana, foram vistos como sinais de que as preocupações geradas pela variante delta do coronavírus foram dissipadas em alguma medida.

O petróleo WTI para outubro fechou com ganho de 1,21% (US$ 0,82), a US$ 68,36 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para o mesmo mês subiu 1,69% (US$ 1,20), a US$ 72,25 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

O Commerzbank aponta que as “mais sérias preocupações referentes à demanda” se dissiparam nos últimos dias, depois de terem derrubado as cotações na semana passada. “Isso se deve em parte às notícias da Índia, o terceiro maior consumidor de petróleo, que mostrou um aumento considerável nas importações de petróleo bruto e um novo aumento no processamento em julho”.

Na terça, o país, onde a variante delta foi pela primeira vez sequenciada e que foi epicentro da mutação, registrou seu menor número de novos casos da covid-19 em 160 dias. “A demanda continua se recuperando, agora que as restrições em virtude foram suspensas”, aponta o banco alemão, o qual espera que o “mesmo aconteça em outros países, uma vez que as medidas implementadas para conter a variante delta sejam afrouxadas”.

Além disso, os estoques nos EUA tiveram queda de 2,98 milhões de barris na semana última semana, segundo informou nesta quarta o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês).

O resultado foi um recuo maior do que o previsto por analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal, de 2,4 milhões de barris.

A Capital Economics avaliou a queda dos estoques como sinal de que a demanda implícita pela gasolina aumenta, “em uma notícia amplamente positiva para os preços”. Para a consultoria, por enquanto, os consumidores dos EUA parecem estar desconsiderando a disseminação da variante Delta.

Os preços também estão encontrando ventos favoráveis pelo lado da oferta, indica o Commerzbank, apontando para o incêndio nas explorações da Pemex no Golfo do México, o que deve afetar cerca de um quarto da produção de óleo mexicana, que provavelmente levará até a próxima segunda-feira para ser retomada. Na avaliação da Fitch, os incidentes recentes devem comprometer as metas da companhias estatal de petróleo do México para 2021.

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