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Petróleo fecha sem sinal único, em sessão volátil e com pouco fôlego

Os contratos futuros de petróleo alternaram-se entre altas e baixas, terminando a sexta-feira, 18, sem sinal único, sem grande impulso após altas recentes. Os riscos à produção no Golfo do México seguiram no radar, bem como estimativas para o setor, porém em um quadro também de dúvidas sobre a retomada na demanda.

O petróleo WTI para novembro, contrato mais líquido, fechou em alta de 0,24%, em US$ 41,32 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para o mesmo mês recuou 0,35%, a US$ 43,15 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O contrato do Brent teve alta de 8,34% nesta semana.

A commodity subiu no início do dia, em parte por causa de novos riscos de tempestades tropicais prejudicarem a produção no Golfo do México.

Além disso, o Goldman Sachs previu que até o quarto trimestre haverá déficit de 3 milhões de barris por dia no mercado do óleo, reiterando sua expectativa para que o Brent chegue no fim deste ano em US$ 49 o barril.

Na agenda de indicadores, a Baker Hughes informou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade recuou 1 na semana, a 179.

Depois do dado, o petróleo oscilou entre altas e baixas, mas terminou com queda, também após a Arábia Saudita advertir contra especuladores que apostam contra esse mercado.

A Capital Economics destaca em relatório que os contratos tiveram avanço forte nesta semana. A consultoria nota que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) reiterou seu compromisso de conter a oferta e apoiar os preços, enquanto os estoques dos EUA recuaram.

Com a incerteza no curto prazo para a demanda, porém, a Capital Economics diz que o movimento dos últimos dias não deve ser o início de um rali sustentado nos preços.

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