• IstoÉ
  • IstoÉ Dinheiro
  • Dinheiro Rural
  • Menu
  • Motorshow
  • Planeta
  • Select
  • Gente
  • GoOutside
  • Hardcore
Assine
Anuncie
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
Istoé Dinheiro Rural
MenuMenu
FECHAR
Capa da edição atual da revista
Edição da SemanaNº 185 08.04Leia mais
  • Home
  • Últimas notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Carreira
  • Estilo no campo
  • Tecnologia
  • As melhores da Dinheiro Rural
  • Siga-nos:Facebook
Notícias18/12/2021

PSDB tenta replicar acordos de Garcia em aliança de Doria

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo18/12/21 - 17h00min

Escolhido pelo governador João Doria (PSDB) como seu candidato ao Palácio dos Bandeirantes em 2022, o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) selou uma aliança com dois dos maiores partidos do Congresso, o MDB e o União Brasil (resultado da fusão DEM-PSL). Agora, o PSDB trabalha para tentar aproximar as duas siglas do palanque presidencial de Doria.

Com a perspectiva de assumir o comando da máquina paulista em abril, quando Doria deve deixar o governo para disputar o Palácio do Planalto, Garcia avançou nas articulações partidárias e deve ter um palanque mais amplo em sua campanha em São Paulo do que seu padrinho político no plano nacional, o que pode levar a situações inusitadas.

Além do União Brasil e do MDB, Garcia deve anunciar o apoio do Cidadania e tem bom trânsito no Progressistas, no Republicanos, no Solidariedade e até no Podemos.

Articulações

Já o cenário nacional para os tucanos é mais complexo. Doria tem dificuldades de avançar no diálogo com o MDB, que lançou a pré-candidatura presidencial da senadora Simone Tebet (MS); com o União Brasil, que negocia eventual aliança com Sérgio Moro (Podemos); e com PP e Republicanos, que, nacionalmente, devem apoiar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Na mesma linha, o Solidariedade vai apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pode abrigar o agora ex-tucano Geraldo Alckmin para ser vice do petista. Já o Cidadania lançou a pré-candidatura do senador Alessandro Vieira (SE).

Palanques

Na prática, isso significa que os aliados de Garcia podem ter de se dividir entre os palanques de Doria, Moro, Simone Tebet, Alessandro Vieira e até de Bolsonaro ou Lula/alckmin. "Tem um leque de partidos que dialogam com o Rodrigo (Garcia) e têm précandidatos à Presidência, mas é cedo ainda para falar em convergências nacionais. Respeitamos todas as candidaturas, mas vamos trabalhar para, lá na frente, estarem todas também com o João (Doria)", disse Marco Vinholi, presidente estadual do PSDB-SP.

Para o deputado federal Junior Bozzella (SP), vice-presidente do União Brasil, o cenário político atual está invertido em relação a outras eleições. "Geralmente se define primeiro o cenário nacional e depois os regionais, mas, desta vez, se inverteu: primeiro veio a equação nos Estados", disse o parlamentar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
ALIANÇA