Notícias

Sanções serão impostas à China e Hong Kong se nova lei de segurança for aprovada, diz conselheiro dos EUA

Os Estados Unidos estudam impor sanções à China, caso a nova lei de segurança nacional seja aprovada, disse o conselheiro de Segurança Nacional do país, Robert O’Brien, em entrevista ao programa Meet the Pres, da NBC, veiculada nesta manhã.

Segundo O’Brien, o governo norte-americano considera que com a nova lei Pequim reassumiria o controle de Hong Kong – província autônoma desde 1984. “Se o fizerem, o secretário (Mike) Pompeo provavelmente seria incapaz de certificar que Hong Kong mantém um alto grau de autonomia. E se isso acontecer, haverá sanções que serão impostas a Hong Kong e à China”, afirmou O’Brien.

Na última quinta-feira (21), o governo chinês anunciou que planeja implementar unilateralmente leis contra subversão e terrorismo nacional, bem como conluio com forças estrangeiras, incluindo o território de Hong Kong. “É difícil ver como Hong Kong poderia permanecer o centro financeiro asiático em que se tornou se a China assumir o controle. Isso seria uma tragédia para o povo de Hong Kong, mas também seria muito ruim para a China”, afirmou o conselheiro.

O’Brien acrescentou que acredita que, se aprovada a nova lei segurança nacional, instituições do mercado financeiro e corporações globais tendem a sair imediatamente de Hong Kong, assim como os cidadãos devem buscar refúgio em outros lugares, pela ausência de um sistema capitalista e de livre imprensa. “Se a China aprovar e impor essa lei, o que acho que seria um grande erro, acho que será muito difícil para o povo de Hong Kong”, avaliou. O conselheiro afirmou ainda que a perda de acesso da China à economia mundial e ao mercado financeiro por meio de Hong Kong seria um golpe ao presidente Xi Jinping e ao Partido Comunista Chinês. “Espero que eles levem isso em consideração ao contemplar o próximo passo”, observou.

Acordo entre EUA e China

Sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e a China, O’Brien disse que o país deseja boas relações com Pequim, mas que as ações do Partido Comunista chinês dificultam. “E com relação ao acordo comercial, veremos se eles cumprem. Mas agora estamos lidando com um mundo novo com o coronavírus. Eles lançaram um vírus no mundo que destruiu trilhões de dólares em riqueza econômica americana”, acrescentou. O conselheiro disse que os Estados Unidos estão em “um lugar diferente” de relação com a China, após o país “encobrir a real situação da covid-19”.

Saiba mais
+ Modelo brasileiro se casa com nove mulheres e vira notícia internacional
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Receita simples e rápida de asinhas de frango com molho picante
+ Conheça o suco que aumenta a longevidade e reduz o colesterol
+ CNH: veja o que você precisa saber para a solicitação e renovação
+ Vídeo de jacaré surfando em Floripa viraliza na internet
+ Vale-alimentação: entenda o que muda com novas regras para benefício
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Descoberto na Armênia aqueduto mais oriental do Império Romano
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais