Negócios

Os 100 nomes mais influentes do agronegócio – Finanças

 

Mark Wiessing

Em maio, o executivo  holandês Mark Wiessing  desembarcou em São Paulo, para comandar o Rabobank Brasil. O Rabobank, o maior banco de cooperativismo do mundo, possui ativos da ordem de US$ 950 bilhões. Wiessing, que tem 25 anos de experiência no mercado financeiro, responde, também, pelas operações no restante da América do Sul. O executivo chegou ao Brasil, depois de atuar em mercados emergentes no Sudeste Asiático, na África e no Leste Europeu.

Osmar Fernandes Dias


O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Osmar Fernandes Dias, agrônomo que se tornou senador pelo PDT paranaense, entre os anos de 1995 e 2010, e assumiu o atual cargo em 2011,  é presença constante em eventos do setor. A missão dada a Dias pelo presidente do BB, Alexandre Corrêa Abreu, vem sendo seguida a risca. O banco estatal, do agronegócio, o maior financiador do setor aplicou o montante da ordem de R$ 168 bilhões, no primeiro semestre deste ano, valor 7% superior a igual período de 2014.

Alexandre Figliolino


O agrônomo Alexandre Figliolino, formado em 1980 na Esalq/USP, é o atual diretor de Agronegócio do Itaú-BBA, instituição que atua no atacado financeiro e que pertence ao grupo Itaú Unibanco, o maior banco privado do País. A lista de clientes de grande porte do Itaú BBA inclui gigantes como a BRF, Usina São Martinho, Raízen, Fibria, ETH, Biosev, JBS, Cosan, Minerva Foods e Heringer, entre outros. A experiência de Figliolino no setor começou em 1996, quando passou a trabalhar no BBA. Atualmente, é um dos analistas mais requisitados em palestras e eventos.

Luiz Carlos Trabuco Cappi


Desde 2009, ano em que assumiu o cargo, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, é  figura obrigatória nas listas das personalidades mais influentes do País. Sob sua gestão, o banco da Cidade de Deus tem se notabilizado por um crescimento acelerado. No ano passado, a instituição lucrou R$ 15,4 bilhões, valor 25,9% acima de 2014. Em ativos, são cerca de R$ 1 trilhão. No agronegócio, a instituição atua em várias frentes, do custeio de safra ao financiamento de máquinas e a gestão de papeis, como as LCAs.

Sérgio Rial


Depois de passar pela presidência do grupo Marfrig, o executivo Sérgio Rial vai assumir, no dia 1º de janeiro de 2016, a presidência executiva do banco Santander. O posto é estratégico para a instituição espanhola, que lucrou R$ 5,9 bilhões com suas operações no Brasil, no ano passado. Economista e advogado, Rial fez sua carreira no mercado financeiro, mas já ocupou outras posições no agronegócio, além de sua passagem pelo Marfrig. Entre elas, estão a participação no conselho de administração da Fertilizantes Mosaic, a diretoria de finanças da Cargill, nos Estados Unidos, e a presidência da Seara até 2012, quando a empresa foi comprada pela JBS.

Miriam Belchior


Desde fevereiro, a executiva paulista Miriam Belchior, ex-ministra do Planejamento, é a presidente da Caixa. Entre os seus desafios está a abertura de capital do banco estatal na Bovespa. Outro é tornar realidade o plano traçado para chegar em 2022 ocupando o segundo lugar entre os  maiores bancos brasileiros com atuação no agronegócio, atrás apenas do Banco do Brasil. Para esta safra, a previsão da Caixa é emprestar R$ 10 bilhões ao setor, através de linhas de crédito.