O Campo em números

Minerva sonha alto

A Minerva, uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne in natura, gado vivo e seus derivados estima, para 2015, atingir uma receita líquida de R$10,5 bilhões.

Minerva sonha alto

Foto: Claudio Gatti

O valor foi projetado com base no crescimento das operações e consolidação das aquisições realizadas nos últimos 12 meses.

CELULOSE
Eldorado decola

A Eldorado Brasil, empresa do Grupo J&F, registrou R$ 2,5 bilhões de receita bruta no acumulado do ano de 2014. O número, divulgado no fim do mês passado, é 43% maior que a receita bruta de 2013. Já o Ebitda apresentou crescimento de 86%, atingindo R$ 825 milhões.

FERTILIZANTES
Mercado aquecido

No mês passado, a Fertilizantes Heringer vendeu 9,5% de seu capital para a canadense PotashCorp, que tem ações negociadas no Canadá e nos Estados Unidos e valor de mercado de quase US$ 30 bilhões. A operação de compra, que aguarda a aprovação, foi fechada por US$ 55,7 milhões. Na BM&FBovespa, as ações da Heringer subiram mais de 17% com o anúncio da venda da participação.

CHUTE NA CRISE
JBS na ponta

A JBS anunciou, no mês passado, que encerrou 2014 com receita líquida de R$ 120 bilhões e passou a ser a maior empresa privada não financeira de capital aberto do Brasil, posto ocupado pela Vale nos últimos dez anos. Com 80% das receitas em dólar, provenientes de exportações, produção e vendas no mercado americano, a companhia teve um aumento de 30% em seu faturamento líquido no ano passado.

PREJUÍZO

“Os bloqueios provocados por caminhoneiros no mês passado trouxeram perdas de R$ 700 milhões ao setor de aves e suínos no País”. Francisco Turra, Presidente da ABPA

MENOS CRÉDITO
Agricultura empresarial

Os desembolsos de crédito rural para a agricultura empresarial em custeio, investimento e comercialização somaram R$ 94,1 bilhões entre julho de 2014 e janeiro deste ano. Os dados divulgados no mês passado, pelo Ministério da Agricultura, mostram uma queda de 3,4%. Segundo o ministério, essa baixa ocorreu devido à redução dos financiamentos a agroindústrias.

AMPLIAÇÃO
Geociclo investe

A Geociclo, empresa nacional de biotecnologia e fertilizantes organominerais, concluiu a ampliação da segunda linha da unidade de Uberlândia (MG). Com investimento de R$ 35 milhões, a fábrica elevará sua capacidade de produção das atuais 40 mil toneladas por ano para 140 mil toneladas anuais. Isso representará um aumento de 250% frente à capacidade atual da unidade.

SEM PRESSA

“Temos o plano de abrir o capital da Moy Park (empresa de processamento de aves) no Reino Unido, mas será dentro da estratégia de redução do endividamento financeiro da Marfrig. Não faremos isso a qualquer preço”. Martin SEcco, Ceo da Marfrig

COMENTÁRIO DO MÊS 

O mercado de milho se aproxima de abril com um cenário bastante diversificado na comercialização. A forte valorização do dólar frente a outras moedas correntes tem prejudicado consideravelmente a competitividade das commodities norte-americanas no cenário internacional, levando o país a perder espaço para mercados concorrentes. No Brasil, por outro lado, a desvalorização do real frente à moeda americana tem contribuído para sustentar as cotações do milho, seja para o produto disponível ou para o cereal a ser colhido na safrinha, o que gera boas oportunidades de comercialização aos produtores. As tradings têm tentado cortar prêmios na exportação, tendo em vista o bom interesse de venda do grão com o câmbio desvalorizado. Entretanto, não se pode esquecer que, se por um lado o atual fator cambial favorece as vendas externas de grãos do Brasil, por outro trará como conseqüência custos de produção mais elevados na próxima safra para o produtor.

PAPEL E CELULOSE
Suzano faz acordo

A Suzano Papel e Celulose fez o repasse de sua fábrica de Embu (SP), avaliada em R$ 50 milhões, para a paranaense Ibema. Após a conclusão da operação, a Suzano terá 49,9% da Ibema e os atuais sócios da paranaense ficarão com 51,1% do negócio. A Suzano fará ainda aporte de R$ 8 milhões na unidade.
 

NO AZUL
SLC se recupera

A SLC Agrícola, importante produtora de grãos e fibras do país, teve lucro líquido de R$ 16,6 milhões no quarto trimestre de 2014. Com isso, reverteu o prejuízo líquido de R$ 1,8 milhão de igual período de 2013.

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