Hippus

Puro-sangue

O colecionador de títulos O dono da maior coleção de títulos do Concurso Completo de Equitação (CCE), no País, o cavaleiro Serguei Fofanoff, de Ribeirão Preto (SP), foi oito vezes campeão brasileiro nessa categoria e por duas vezes recebeu o Prêmio Brasil Olímpico. Guêga, como é mais conhecido, será uma das estrelas do hipismo nacional nos Jogos Pan- Americanos, que acontecem de 14 a 31 deste mês, em Guadalajara, no México. Em jogos Pan-Americanos, o cavaleiro já conquistou três medalhas por equipe (ouro em Mar del Plata/1995, prata em Winnipeg/1999 e bronze no Rio/2007), e três medalhas em Olimpíadas (1992/1996/2000).

Salto da Hermès Um misto de esporte, moda e elegância: esse é o perfil do evento da marca francesa Hermès, fabricante de selas e arreios desde 1837. A Copa de Hipismo que leva seu nome, realizada anualmente em Paris, aporta pela primeira vez no Brasil, nos dias 22 e 23 deste mês, na Fazenda Bela Vista, em Porto Feliz (SP).

Trabalho a galope

Invenção de italianos e franceses, a equitação de trabalho é um esporte que simula como os cavalos realizam as tarefas da fazenda, em percursos com obstáculos. O Campeonato Mundial da modalidade ocorre entre 26 e 30 de outubro, em Lyon, na França. Em 2002, o brasileiro Fábio Lombardo ganhou o título individual e o de vice, por equipe.

Pan em família Manuel Tavares de Almeida, irmão da amazona Luiza Tavares – bronze no Pan do Rio –, estreia nos Jogos de Guadalajara ao lado da irmã. Reserva do time de adestramento, Manuel compete ao lado de Leandro Silva, Rogério Clementino e Mauro Pereira Júnior.

O rei do Rio O cavaleiro holandês Gerco Schröder, montando Eurocommerce London, foi o campeão do grande prêmio do 5º Oi Athina Onassis International Horse Show, realizado na Sociedade Hípica Brasileira, no Rio de Janeiro, no início de setembro. Pela façanha, Schröder embolsou € 350 mil. O evento, promovido pela bilionária Athina Onassis e seu marido, Doda Miranda, reuniu a nata mundial do esporte e distribuiu € 1,3 milhão em prêmios.

Cânter

Luiz Roberto Giugni, presidente da Confederação Brasileira de Hipismo, foi eleito também, este ano, dirigente do Grupo VI, formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.

Quais as expectativas do Brasil para os Jogos de Guadalajara, no México? Elas são muito positivas. Contratamos técnicos estrangeiros renomados e as seletivas para as provas que serão disputadas foram intensas. Estamos levando o que temos de melhor, os principais times de CCE (concurso completo de equitação), adestramento e salto.

Quantos atletas representam o País e em quais modalidades? A delegação consiste de cinco atletas de cada modalidade: salto, CCE e adestramento. Competirão quatro conjuntos (cavalo e cavaleiro) por modalidade.

A conquista de medalhas garante vaga na Olimpíada de Londres? Sim. Mas na modalidade de salto já conseguimos vaga antecipada nos Jogos Equestres Mundiais, no Kentucky (EUA), em setembro do ano passado. Precisamos garantir agora as vagas do adestramento e de CCE.