Hippus

A campeã dos três tambores

A amazona, que montou o cavalo appaloosa Cutter Exocet Lee, levou o prêmio de R$ 5 mil

A amazona Caroline Rugolo, do haras Raphaela, de Porto Feliz (SP), foi a campeã nacional na competição de três tambores. A etapa final da disputa aconteceu no município paranaense de Colorado, no início do mês de abril. Caroline conquistou o primeiro lugar em disputa com 53 competidoras, obtendo o menor tempo no percurso da prova: 14,6 segundos. A amazona, que montou o cavalo appaloosa Cutter Exocet Lee, levou o prêmio de R$ 5 mil. A competição, organizada pela Associação Nacional de Três Tambores (ANTT), garantiu uma premiação total de R$ 17 mil.

Top Lusitano

O criador José Francisco Brito Eusébio, do haras Sasa, de Martinópolis (SP), foi escolhido o melhor criador e melhor expositor de animais na 1ª Grande Exposição e Encontro de Criadores do Cavalo Lusitano. Nos dias 30 de março e 1º de abril, em Araçoiaba da Serra (SP), foram avaliados 62 animais em quatro características: passo, trote, galope e padrão racial. Eusébio se destacou com as éguas Dinamarca da Sasa e JE Tordilha, as vencedoras na categoria Éguas Montadas. O segundo lugar ficou com a Coudelaria do Castanheiro, de Aldo Araújo Pinto, seguido pela Coudelaria Ilha Verde, de José Victor Oliva.

 

Derby 2012

O grande vencedor da competição Derby de Rédeas 2012 foi o cavalo quarto de milha Dont Whiz WRB, do criador Paulo Koury Neto, da fazenda São Jerônimo, em Americana (SP). O evento promovido pela Associação Nacional do Cavalo de Rédeas aconteceu em abril, na arena principal da fazenda Barrinha, em Espírito Santo do Pinhal (SP). A premiação mínima garantida foi de R$ 60 mil.

Mangalarga

No dia 5 de abril, durante a 52ª Expo-Londrina, a mais importante feira agropecuária do Paraná, aconteceu a Exposição Brasileira da Raça Mangalarga. Participaram do evento cerca de 40 animais para as provas funcionais e julgamentos. Desse total, 31 equinos foram vendidos por R$ 465 mil, no 7º leilão Mangalarga Londrina Show.

 

 

 

Cláudia da Costa Mota é fonoaudióloga, psicodramatista e idealizadora do Instituto Passo a Passo, de equoterapia. A entidade, que nasceu em 2005, em Itatiba (SP), atende cerca de 50 pessoas por semana.

Qual o cavalo mais indicado na equoterapia?

Não existe uma raça específica. No entanto, são fundamentais características como tranquilidade, docilidade, boa índole e andamento de qualidade.

Os equinos terapeutas recebem tratamento diferenciado?

Eles recebem uma excelente alimentação e devem estar sempre limpos. Também são respeitados em sua natureza, ficando a maior parte do tempo soltos. No instituto, o manejo é o do tipo horsemanship, teoria baseada no respeito e na compreensão da relação entre homem e cavalo.

Há alguma competição para praticantes de equoterapia?

Existe o 4º Programa ou Prática Esportiva Paraequestre, que ainda é pouco desenvolvido. O programa abre caminhos para competições adaptadas e o adestramento paraolímpico.