Hippus

Jovens talentos

A competição foi realizada em janeiro em Hong Kong

 

 

Os adolescentes

Sarah Rocha Vasconcellos e João Victor Lima foram os destaques da final da FEI Children’s. A competição foi realizada em janeiro em Hong Kong, na China. Montando Cornwall Chiefs, a amazona de 14 anos, de Campinas (SP), conquistou o ouro individual e por equipe. João Victor, da mesma idade, também fez bonito. Montando Fame and Fortune, ele foi medalha de prata por equipe.

 

 

 

Sob nova direção

A amazona Flávia Cajé é a nova presidente da Associação Nacional de Três Tambores (ANTT) para o biênio 2012/2013. Formada apenas por mulheres, a diretoria da entidade tem planos para promover a modalidade, que reúne centenas de atletas em todo o País e se tornou um dos maiores mercados para os criadores de cavalo da raça quarto-de-milha.

 

NAS PISTAS

e na passarela

Luiza Tavares de Almeida, herdeira do grupo Tavares de Almeida, dona da cachaça Velho Barreiro, e representante da América Latina na disputa individual de adestramento na Olimpíada de Londres, tornou-se notícia também no mundo da moda. A amazona paulista foi escolhida para ser o rosto da campanha da coleção de inverno da Capodarte, marca brasileira de calçados e acessórios femininos e masculinos. Luiza apresenta os lançamentos inspirados no universo hípico, onde os destaques são botas de montaria.

 

Copa de Salto

Os melhores atletas da modalidade salto têm um encontro marcado entre 19 e 22 de abril, na final da Copa do Mundo de Salto 2011/2012, que ocorre na arena Indoor Brabant, na cidade de s’Hertogenbosch, na Holanda. O Brasil será representado pelo paulista Pedro Junqueira Muylaert, vencedor da Liga Sul-Americana, e pelo carioca Luiz Francisco de Azevedo, segundo colocado na liga. A disputa é realizada desde 1979 e o maior vencedor na história da competição é o brasileiro Rodrigo Pessoa.

Aluísio Marsili é o atual presidente da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Bretão, em Amparo (SP). A raça francesa é criada no País desde a década de 1930, mas ainda conta com um plantel de apenas 2,5 mil animais.

Por que o bretão é tão pouco explorado no Brasil?

A raça é pouco conhecida porque não faz parte do time de animais para corridas e competições. O bretão foi trazido ao País pelo exército brasileiro, que na época precisava do animal para puxar equipamentos de artilharia.

Então, qual a saída para a formação de um mercado da raça?

Precisamos mostrar que o bretão é um cavalo de temperamento dócil, rústico, de tração pesada, fácil de criar e adequado para o lazer e para o turismo rural. Além disso, ele tem preços acessíveis que podem variar, conforme a qualidade genética, de R$ 12 mil a R$ 70 mil.

Qual o peso do Brasil no mundo do bretão?

O Brasil possui o segundo maior plantel do mundo com seus 2,5 mil animais e a associação é reconhecida pelo Syndicat des Éleveurs du Cheval Breton por seguir as mesmas diretrizes do Stud Book Francês.