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Team Peanning em Santa Catarina

Team Peanning em Santa Catarina

Foto: Leandro Costa

No dia 10 de outubro, o núcleo de produtores do oeste catarinense, no município de Chapecó, abriu o ciclo 2016 de team peanning da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC). Chamada de campereada pelos gaúchos, a prova realizada por três cavaleiros, que simula a lida no curral, consiste na apartação de um lote de gado. O trio formado pelos ginetes Fábio Favero, Maicon Ecco e Cleir Odilon foi o mais rápido da competição, com 4min19s. Disputada desde 1999, a prova faz parte do calendário oficial da ABCCC. Os 20 melhores tempos, no somatório das competições que ocorrem no ano, disputam a grande final durante a Expointer, em Esteio (RS), no mês de agosto.

Mangalarga entre as flores

O criador paulista Eduardo Cintra promoveu a terceira edição do Raid das Flores, entre os dias 9 e 11 de outubro. Trata-se de uma cavalgada com animais da raça mangalarga, na qual participaram 71 cavaleiros. O percurso foi de 40 quilômetros entre os municípios paulistas de Holambra e Amparo, e incluiu visitas a fazendas e haras com mais de um século de criação da raça.

Jovens quartistas

A Associação Brasileira de Quarto de Milha lançou dois projetos sociais destinados a crianças e adolescentes. O Cavaleiros da Natureza vai discutir temas de sustentabilidade entre alunos da rede pública de ensino. Já o Cowboys do Futuro promoverá provas de laço e tambor, com crianças de até 13 anos. A ideia é atender cerca de 400 jovens da região do município de Avaré (SP), onde acontecem as principais provas da raça. Os projetos foram anunciados no dia 12 de outubro, durante a abertura do 36º Potro do Futuro, da 9ª Copa dos Campeões e do 1º Derby da raça.

Destaque na Holanda

Somando 50,8 pontos, o cavaleiro paulista Gabriel Cury, no dorso de Grass Valley, cavalo da raça irlandesa irish draught, conquistou um resultado inédito para o Brasil. O atleta, que atualmente reside em Londres, ficou na quarta colocação individual do Concurso Completo de Equitação, na final da Copa das Nações, em Boekelo, na Holanda. Foi a primeira vez que um atleta brasileiro participou da competição. Realizada de 8 a 10 de outubro, a disputa reuniu 84 cavaleiros e amazonas de vários países.

Cânter


Com um rebanho estimado em 28 mil animais registrados na Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Árabe, a raça é uma das mais expressivas no País e tem forte presença mundial. Neste mês, acontece a 34ª Exposição Nacional, em Indaiatuba (SP), principal evento da raça, sob o comando do presidente da entidade, Fábio Amorosino.

Quais os países em que o árabe brasileiro tem se destacado?
Mercados como Itália, Alemanha e Austrália apreciam o nosso trabalho de seleção. Por isso, mesmo sendo criado em mais de 60 países o Brasil é um grande exportador de genética da raça.

Quantos animais foram exportados no ano passado?
Exportamos 35 animais, o dobro do que foi vendido em 2013, quando comercializamos 18 cavalos para várias partes do mundo.

Por que a genética brasileira chama a atenção?
Porque muitos animais têm ganhado premiações internacionais. Entre os mais famosos está a égua Honey’s Delight RB, que em 2013 foi a campeã na Exposição Nacional dos Estados Unidos, em Tulsa, no Estado de Oklahoma. A égua nasceu no criatório de Adriana Espíndola de Moura, de Atibaia (SP).

Quantos criadores se dedicam à raça atualmente?
Atualmente são 753, com concentração maior no Estado de São Paulo. Mas, nos últimos anos, a raça vem crescendo nas regiões Sul e Centro-Oeste.