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Os 100 nomes mais influentes do agronegócio – Consultorias 2016

Os 100 nomes mais influentes do agronegócio – Consultorias 2016

Com amplos estudos e análises minuciosas, As consultorias têm sido cada vez mais fundamentais para as empresas do campo na tomada de decisões

André Pessôa e Maurício Palma Nogueira
O Coordenador de Pecuária da Agroconsult, consultoria de Florianópolis (SC), Maurício Palma Nogueira (à dir.) é o grande mentor do Rally da Pecuária, projeto que roda boa parte do País em busca de informações sobre as propriedades que criam gado. Nogueira faz questão de pôr o pé na estrada desde 2011 para colher dados técnicos de campo, durante o evento considerado a maior expedição privada do País. Já a agricultura é o foco de André Pessôa, sócio e diretor da empresa, que realiza anualmente o Rally da Safra, também considerado uma das principais expedições agrícolas do País. A empresa é a única que atua nas duas frentes para decifrar os caminhos do rebanho e das lavouras brasileiras.

José Roberto Mendonça de Barros
O economista e ex-secretário do Ministério da Fazenda, José Roberto Mendonça de Barros, fundou a MB Associados em 1979. Barros foi pioneiro na área de consultoria no País. Em 2005, ele voltou suas atenções para o agronegócio, com a criação da MB Agro, que se tornou referência para o setor. A experiência fez do economista um dos analistas mais influentes do agronegócio, especialmente em épocas de incertezas na economia.

Anderson Galvão
Fundador da Céleres, consultoria especializada em agronegócio, o agrônomo Anderson Galvão coordena uma equipe multidisciplinar responsável por informações que guiam as decisões dos produtores. Ele atua em diversas frentes. É membro do conselho do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia (ISAAA, sigla em inglês), além de ser membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB).

José Luiz Tejon Megido
O palestrante, escritor e dono da consultoria Biomarketing é um personagem onipresente no agronegócio. Megido é o líder do movimento de agrossociedade, que busca intermediar o diálogo entre o produtor e o consumidor. Além disso, o especialista está envolvido em diferentes projetos, como o primeiro Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que acontece neste mês, em São Paulo, e o lançamento de seu 34º livro “Guerreiros não nascem prontos”, pela editora Gente. Megido também é o vice-presidente diretor de comunicação do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e coordenador do Núcleo de Agronegócio da Escola Superior de Propaganda e

“O agronegócio é mais do que a produção e a transformação de produtos agrícolas, é uma estratégia de desenvolvimento. Gera emprego e renda de forma descentralizada, e quando realizada de forma sustentada melhora a condição do solo e garante a longevidade da atividade econômica. Mas há grandes desafios à frente. Gargalos de infraestrutura em armazenagem e transporte precisam ser rapidamente superados. É urgente a criação de um sistema de seguro rural que mitigue riscos para produtores e toda a cadeia de financiamento e de fornecimento de insumos e tecnologia. E, finalmente, é preciso intensificar esforços para avançar no acesso a mercados, diminuindo restrições tarifárias e não-tarifárias.” Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro