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Notícias05/04/2022

Vacina da Janssen contra covid-19 recebe registro definitivo da Anvisa

Estadão Conteúdo
Texto por:Estadão Conteúdo05/04/22 - 12h46min

A vacina da Janssen contra a covid-19 recebeu registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira, dia 5. A dose de reforço, dois meses após a imunização primária, também foi contemplada. O imunizante foi o quarto a receber aprovação para uso emergencial, em 31 de março do ano passado.

O imunizante é aplicado em dose única, de 0,5ml. Após dois meses, um reforço, também de 0,5 ml, pode ser administrado. A vacina é recomendada apenas a pessoas com 18 anos ou mais.

O imunizante pode ser administrado como uma dose de reforço heteróloga para pessoas que concluíram o esquema vacinal primário com vacina de tecnologia mRNA (RNA mensageiro). No Brasil, a única do tipo com administração autorizada é a da Pfizer.

A vacina baseada em um vetor de adenovírus recombinante, tem eficácia geral, conforme dados apresentados pela farmacêutica Janssen, da empresa Johnson & Johnson. Contra casos graves, a proteção sobe para 85%.

De acordo com o jornal americano The New York Times, mesmo com uma aparente proteção mais fraca, o imunizante parece oferecer proteção tão completa quanto imunizantes da Pfizer e Moderna. Até junho, os dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) mostraram que a imunização com a vacina Moderna resultava nas taxas mais baixas de infecções graves; as pessoas que tomaram a vacina da Johnson & Johnson tiveram as taxas mais altas, com a Pfizer em algum lugar entre as duas.

Ao final do ano passado, porém, a Johnson & Johnson desativou a única das unidades que ainda fabricavam lotes utilizáveis da vacina da Janssen, informou o Times. A suspensão é temporária, e a unidade de Leiden, na Holanda, deve retomar a produção da vacina dentro de alguns meses novamente. A farmacêutica tem milhões de doses do imunizante em estoque.

O prazo de validade do produto é de 24 meses, quando armazenado em temperatura de -25°C até -15°C. Após o descongelamento, a vacina deve ser conservada à temperatura de 2°C a 8°C, e tem validade de seis meses.

Na África, a distribuição de uma vacina de dose única que pode ser refrigerada por meses se mostra a opção mais viável. Mesmo com a suspensão temporária, a Aspen Pharmacare, com sede na África do Sul, se prepara para fornecer grandes quantidades ao continente, disse o Times.

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